ALEXANDRE MORAES: HIPÓCRITA SER CONTRA UMA VACINA E CORRER ATRÁS DE OUTRA SÓ PARA VIAJAR

Ministro Alexandre de Moraes (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

“Lamentavelmente vemos as discussões se aflorarem com muita hipocrisia, em discursos absolutamente radicais onde muitas pessoas se exaltam contra vacinas, se escondendo nesse discurso radical, ideológico, obscurantista”, disse o ministro do STF Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afirmou ser “hipocrisia” criticar a imunização contra o coronavírus e depois se submeter à vacina contra a febre amarela para fazer turismo no exterior. 

“Lamentavelmente vemos as discussões se aflorarem com muita hipocrisia, em discursos absolutamente radicais onde muitas pessoas se exaltam contra vacinas, se escondendo nesse discurso radical, ideológico, obscurantista, dizendo que isso acaba interferindo naquela liberdade ampla total e irrestrita do indivíduo de fazer o que bem entenda”, disse o ministro nessa quinta-feira (17).

O STF decidiu que o Estado pode determinar a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19, mas fica proibido o uso da força para exigir a vacinação. As penalidades a quem não cumprir a obrigação deverão ser definidas em lei. (BRASIL 247)

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EM CARTAZ: UM ‘deus’ CRIADO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE HOMENS

Imagem: Reprodução (Gazeta do Povo)

Por Magali Cunha

‘É mais do que hora de quem não se curva ao deus homem, branco, privilegiado, se inspirar na ação do Deus Criador’, escreve Magali Cunha

Sim, Deus está em cartaz nas disputas de mídias digitais do Brasil e quem primeiro o colocou nesta alta foram grupos políticos. O auge foi o ano de 2016, quando no domingo, 17 de abril, foi votado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

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O CAVALEIRO DA HIPOCRISIA

Charge por Aroeira

Por Fernando Brito

Não é para qualquer um, não.

Ser chamado de “hipócrita” no The New York Times é realmente algo no padrão Sergio Moro, como acontece hoje, num artigo de Gaspard Estrada, diretor executivo do Observatório Político para a América Latina e o Caribe da Universidade Sciences Po, em Paris.

Para ele, Moro meteu-se num “terreno pantanoso” ao deixar o governo Bolsonaro e passar a atacar o presidente, mas na sua “mudança repentina do ministro estelar de Bolsonaro para seu perseguidor, há um paradoxo de que os brasileiros não devem perder de vista”:

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