SOPHIA LOREN VOLTA A ATUAR E INTERPRETA SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO EM “ROSA E MOMO”

A sobrevivente do Holocausto e o menino refugiado: Sophia Loren como Madame Rosa e Ibrahima Gueye como Momo (Netflix)

Uma simples frase encerrando os créditos finais da produção cinematográfica Rosa e Momo (La vita davanti a sé) indica circunstâncias difíceis durante sua realização: “Este filme foi produzido durante a pandemia de Covid-19 em 2020. O diretor e os produtores agradecem a todos os envolvidos por ele se tornar uma realidade.”

O roteiro e a direção de Rosa e Momo ficaram a cargo de Edoardo Ponti, 47 anos, filho mais novo de Sophia Loren. Desde 1957, ela esteve casada com seu pai, Carlo Ponti, falecido em 2007.

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O PEQUENO-GRANDE HOMEM

Ex presidente Barack Obama e o Escritor Elie Wiesel – Com suas drásticas e
sinceras recordações, Elie Wiesel procurou dar a esperança de um futuro melhor
para o ser humano

Por Lev Chaim*

“Ontem à noite em um sonho vi o meu pai”. Com esta marcante frase, o grande Elie Wiesel (o pequeno-grande homem) inicia a sua autobiografia relembrando o seu pai querido, o qual ele não teve tempo de conhecer muito bem. Em suas memórias, Wiesel conta que dividiu os momentos mais negros de sua vida com o seu pai, passados nos campos de concentração de Auchwitz (na Polônia) e Buchenwald (na Alemanha), durante a Segunda Guerra Mundial. Ele nasceu na Romênia e morreu com o passaporte dos Estados Unidos, país onde morou durante muito tempo de sua vida adulta.

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8 DE MAIO DE 1.945: O QUE A HISTÓRIA NOS ENSINA?

Memorial do Campo de Concentração de Dachau – Munique.

Por Deutsche Welle

A queda de Berlim e o fim da Segunda Guerra vistos por uma criança

Alemão radicado no Brasil, Hans-Joachim Dieter Struck nasceu em Berlim em 1941 e testemunhou a tomada da cidade pelos russos, episódio que marcou o fim do conflito mundial na Europa, em 8 de maio de 1945.

“Ao longo de 1944, eu e meus dois irmãos moramos na fazenda da minha avó na Pomerânia, nos antigos territórios do leste da Alemanha. Havíamos sido evacuados de Berlim para escapar dos bombardeios. Foi uma época feliz. Eu não sabia o que era a guerra.

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O RELATO DO BRASILEIRO QUE SOBREVIVEU A AUSCHWITZ

De Auschwitz a SP, a trajetória de um sobrevivente: ‘No Brasil, você se sente abraçado’

Por Paula Adamo Idoeta e Felix Lima /BBC Brasil / Imagem: R7.com

Andor Stern, brasileiro de nascença que, aos 13 anos, estava escapando da perseguição na Hungria, terra natal de seus pais, acabaria capturado e viveria cerca de um ano no campo de concentração em Auschwitz, na Polônia, o maior e mais cruel símbolo do Holocausto. Os números que o identificavam no campo continuam tatuados em seu braço: 83892. Ele é tido como o único brasileiro nato a sobreviver a Auschwitz.

O local, cuja libertação ocorreu há 75 anos, pelo Exército soviético, em 27 de janeiro de 1945, é considerado o epicentro do Holocausto: estima-se que 1,1 milhão de pessoas (judeus em sua grande maioria) tenham morrido de fome, doenças ou em câmaras de gás no complexo de 40 campos de concentração de Auschwitz, que antes de ser ocupado pelos nazistas era um enorme quartel militar. Outras vítimas incluiam prisioneiros russos, poloneses, ciganos e gays.

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FILME: O ZOOLÓGICO DE VARSÓVIA

Conheça a história do casal cristão que salvou mais de 300 judeus, na Segunda Guerra (Veja o Trailer)

O filme “O Zoológico de Varsóvia” (“The Zookeeper’s Wife”) conta a história de um casal cristão que ajudou a salvar mais de 300 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

“Baseada em fatos reais, a trama acompanha a história dos mantenedores do zoológico de Varsóvia, capital da Polônia, que salvaram inúmeras pessoas de ataques nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invasão, Jan e Antonina Zabinski abrigaram judeus nas jaulas de seu estabelecimento. Jessica Chastain e Johan Heldenbergh fazem os protagonistas e Daniel Bruhl interpreta um dos homens do regime nazista”. (Disponível no Netflix /Google Play/Youtube)

O filme tem uma bela fotografia e preza pelos detalhes, principalmente quando mostra o “Gueto de Varsóvia”, local onde os alemães deslocavam judeus para viverem confinados e em condições sub-humanas. Justamente ali é o ponto alto do filme quando Jan começa a ajudar muitos judeus a saírem do gueto para fugirem do país, passando um tempo escondidos no zoológico. O drama é muito bem contato e as cenas de crueldade comovem e te deixam engasgado. (Com informações de adorocinema)

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