PINTANDO OS MUROS DO ESTIGMA: COMO A ARTE MUDOU A ROTINA DE UM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO

Por: Residência artística no hospital Galba VellosoFotos  de FERNANDO BIAGIONI
Artistas em ação no hospital psiquiátrico Galba Velloso, em BH; imersão de uma semana transformou muros de ala feminina

“Ficou doido? Vou te mandar para o Galba!” “Essa sua ideia é digna do Galba.” Tais frases poderiam facilmente ser ouvidas em Belo Horizonte, onde o hospital psiquiátrico Galba Velloso, aberto em 1961, se tornou sinônimo de transtorno mental.

No passado, o hospital reproduzia o modelo que tratava a loucura de forma excludente – e incentivava comentários jocosos como esses. Hoje, a instituição procura humanizar o tratamento dos pacientes, em linha com as mudanças na política de saúde mental dos últimos 25 anos.

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