O MACHISMO DE CADA DIA

“Somos todos/todas feministas, porque feminismo é outra palavra para a igualdade’
(Malala Yousafzai) (Rovena Rosa/ABr)

Toda e qualquer conduta abusiva e desrespeitosa, física ou psicológica, que atinja a dignidade da mulher, deve ser denunciada imediatamente

Por Élio Gasda*

A violência de gênero é angustiante! As agressões estão ocorrendo cada vez mais cedo. 25% das mulheres de 15 a 24 anos, já foram vítimas da violência. Uma em cada três! (OPAS/OMS, 9 de mar/2021). Chocante! Mas os dados não incluem a situação agravada pelo coronavírus. Somente com fortes medidas proativas será possível combater essa “pandemia paralela” que é a violência contra a mulher.

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PANDEMIA REVERTE PROGRESSOS NA IGUALDADE DE GÊNERO

Estudos indicam que a pandemia afetou mais as mulheres do que os homens

A pandemia do coronavírus reverteu o progresso global no alcance da igualdade entre homens e mulheres, concluiu o Fórum Econômico Mundial (FEM) em seu relatório Global Gender Gap de 2021, divulgado nesta quarta-feira (31/03). As consequências, segundo o órgão, podem ser duradouras.

O índice anual, que rastreia a evolução de lacunas na paridade de gênero desde 2006, avalia o progresso na obtenção da igualdade de gênero em quatro esferas principais: participação e oportunidade econômica, realização educacional, saúde e sobrevivência e representação política.

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IGUALDADE DE GÊNERO NO TRABALHO LEVARÁ MAIS DE 200 ANOS, DIZ ESTUDO

Postado por Valentin FerreiraNenhum país eliminou a diferença salarial e no mundo impera uma média de quase 51% na discrepância dos ordenados

Fórum Econômico Mundial alerta para declínio de participação feminina na política e acesso desigual à saúde e à educação. Brasil registra em 2018 retrocesso significativo.

A igualdade de gênero em locais de trabalho em todo o mundo levará séculos para ser alcançada, segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial (FEM) divulgado nesta terça-feira (18/12). O texto alerta também para o declínio da participação feminina na política, além do acesso desigual à saúde e à educação.

O relatório estima que a lacuna global entre os gêneros em várias áreas não se fechará por mais 108 anos e que serão necessários mais de 200 anos para eliminar as diferenças no local de trabalho.

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