ARGENTINA INICIA COBRANÇA DE IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS.

Foto: Reuters

Do Brasil 247

A Argentina iniciou, nesta sexta-feira (29), a cobrança do imposto extraordinário sobre grandes fortunas. A legislação foi aprovada em meados de dezembro do ano passado e estabelece o pagamento por meio de uma contribuição única e progressiva das pessoas com patrimônio acima de 200 milhões de pesos [cerca de R$ 11 milhões].  

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QUAIS OS EFEITOS DE SE TAXAR GRANDES PATRIMÔNIOS?

Por Laura Carvalho /Nexo Jornal

A adoção de um imposto sobre fortunas, associada a outras formas progressivas de tributação, poderia ajudar a reduzir desigualdades sociais

O Senado argentino aprovou na sexta-feira (4) um imposto que incidirá sobre patrimônios acima de 200 milhões de pesos (R$ 12,5 milhões) com previsão de atingir entre 9 mil e 12 mil contribuintes. A alíquota aprovada é progressiva e varia entre 2% e 3,5% sobre ativos que estão em território argentino, e chega a um máximo de 5,25% sobre ativos mantidos fora do país. Embora o tributo tenha sido aprovado em caráter extraordinário para arrecadar recursos para os gastos com a pandemia uma única vez, a medida levantou novamente a discussão sobre o potencial arrecadatório, os riscos de saída de capitais e os efeitos sobre a desigualdade de uma taxação anual de grandes fortunas.

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MALDADES DO GUEDES

O termo #DEFENDAOLIVRO chegou ao posto de assunto mais comentado no Twitter durante a manhã desta terça-feira (11). A campanha dos internautas é uma reação a proposta aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que pretende acabar com as isenções de PIS e Cofins para o mercado editorial. O protesto também marca o Dia do Estudante, contra a medida planejada pelo governo Bolsonaro.

Em audiência virtual da comissão mista da reforma tributária no Congresso Nacional, na semana passada, Guedes confirmou a intenção de cobrar impostos sobre livros. Segundo ele, o governo não deve isentar “quem pode pagar”.

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REFORMA TRIBUTÁRIA SOLIDÁRIA

Paulo Gil Introini abre os Diálogos por Outro Brasil. Ele mostra: país precisa de um choque de serviços públicos e direitos sociais. Isso exige vasta redistribuição de renda e riquezas. Há caminho para fazê-la por meio de impostos justos

Por Antonio Martins /Outras Palavras

Cortar. Contrair. Ajustar. Economizar. Conter. Controlar. Reduzir. Desde 2015, o imaginário político brasileiro é dominado por termos que expressam o que Marx chamou certa vez de as “águas gélidas do cálculo econômico”. Num país onde cinco bilionários reúnem tanta riqueza quanto 100 milhões de empobrecidos, os serviços públicos – que poderiam assegurar vida digna às maiorias – são atacados, sem descanso, por governo, máfias políticas, poder econômico e mídia. Estes grupos querem bloquear a emergência do Comum, por intuírem que expressa uma lógica civilizatória muito mais humanizadora e refinada que a sua – baseada em desigualdades, exploração e privilégios. Congelaram o gasto público, por vinte anos. Atacam o SUS, em múltiplas frentes. Reduziram as aposentadorias e pensões, que amenizam a desigualdade e sustentam a atividade produtiva em milhares de cidades. Atacam a Educação e a Ciência. Esta cantilena não tem, até o momento, oposição. A esquerda institucional parece ter desistido do confronto de projetos. Preocupa-se, sobretudo, com … Continue Lendo

VÍDEO: POR QUE OS POBRES PAGAM MAIS IMPOSTOS QUE OS RICOS?

Postado por Blog do Valentin

Por que nos países latino-americanos a parcela mais rica da população e as grandes empresas pagam poucos impostos enquanto a classe média e a população mais pobre são obrigadas a arcar com a maior parte da carga tributária? E por que, no geral, não há retorno dessa tributação em serviços públicos de qualidade?

Essas perguntas são respondidas no vídeo “Por que a tributação na América Latina é tão injusta?”, produzido pela Internacional de Serviços Públicos (ISP) em parceria com o Le Monde Diplomatique Brasil e apoiado pela Fundação Friedrich Ebert (FES). Lançado nesta quarta-feira, 2 de outubro, o material apresenta de maneira didática e aprofundada essa polêmica questão, em meio ao crescente debate sobre a reforma tributária na política brasileira e latino-americana.

Por Le Monde Diplomatic.

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