AMAZÔNIA TEM JUNHO COM MAIOR NÚMERO DE QUEIMADAS EM 13 ANOS.

Dados do Inpe apontam aumento de quase 20% em relação ao mesmo mês de 2019 e
despertam temor de uma nova crise de queimadas durante período de seca na região.
Greenpeace critica abordagem do governo.

Por Deutsche Welle

A Amazônia brasileira registrou no último mês de junho 2.248 focos de incêndio, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta quarta-feira (01/07). Foi o maior número observado para o mês em 13 anos.

Os números ainda apontam que as queimadas aumentaram 19,6% em comparação a junho de 2019, quando foram registrados 1.880 focos. 

Segundo o instituto, a média histórica para junho na Amazônia é de 2.724 focos de queimadas. O número do último mês foi 17% menor do que essa média dos últimos 21 anos. Só que a região não registrava mais de 2 mil focos desde 2007, quando foram detectados 3.519 pontos de incêndio no bioma.

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O número de focos de incêndios na Amazônia cresceu 30,5% em 2019 na comparação com 2018, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

No ano passado, o aumento das queimadas na floresta amazônica gerou críticas internacionais à política ambiental do presidente Jair Bolsonaro, assim como atritos entre ele e o presidente da França, Emmanuel Macron, entre outras personalidades mundiais.

Segundo o Programa Queimadas, do Inpe, que aponta o número de focos de incêndio detectados mês a mês desde 1998, o total de foco de incêndios na Amazônia foi de 89.178 em 2019, alta de 30% na comparação com os 68.345 focos de incêndio detectados na floresta em 2018.

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