GUEDES ARMA O GATILHO PARA EXPLODIR A ECONOMIA. Por Luis Nassif

Nos anos 90, Paulo Guedes foi apelidado de Beato Salú por usar, com exagero, um dos principais instrumentos retóricos dos economistas: a ameaça do fim do mundo. Essa retórica terrorista é historicamente utilizada pelos economistas desde tempos imemoriais. Mas quando brandidas por um Ministro da Economia irresponsável, trazem uma boa dose de risco para a economia.

O mercado se movimenta em torno de ondas especulativas recorrentes. Cria-se uma expectativa qualquer em torno de um episódio em geral irrelevante. Por exemplo, aprovação de determinada lei; discussão em torno de um pacto político. Esse movimento é armado por profissionais do mercado, valendo-se de repórteres financeiros de baixo discernimento.

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UM BRASIL MAIS POBRE VAI ÀS URNAS EM 2018

Postado por Valentin FerreiraFila de desempregados em Campinas, São Paulo

Indicadores como desemprego, dólar e PIB mostram que, há quatro anos, a crise não estava tão presente no cotidiano do brasileiro como agora.

O Brasil que vai às urnas em 2018 é bem diferente do país de 2014. Indicadores como desemprego e Produto Interno Bruto (PIB) mostram que, há quatro anos, a crise não estava tão presente na vida do brasileiro como está atualmente, às vésperas de um dos pleitos mais conturbados da história do país.

De acordo com um estudo do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), atualmente, 11,2% da população brasileira, ou seja, 23,3 milhões de pessoas, um número maior do que a população do Chile, por exemplo, vive abaixo da linha de pobreza (232 reais por mês). A miséria subiu 33% entre 2014 e 2017, quando surgiram 6,3 milhões de novos pobres.

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MERCADO FINANCEIRO PREVÊ INFLAÇÃO ABAIXO DO LIMITE DA META DE 3%

Postado por Valentin Ferreira / da Agencia Brasil EBCeconomia ilustração                                                    Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação para abaixo do limite inferior da meta para este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,08% para 2,97%, de acordo com o boletim Focus, pesquisa divulgada na internet, todas as semanas – geralmente às segundas-feiras – pelo Banco Central (BC).

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COM QUEDA NOS PREÇOS DOS ALIMENTOS “PRÉVIA” DA INFLAÇÃO, RECUA

Por: Por RedeBrasilAtualResultado de imagem para imagem de corredores de supermercado
Taxa foi de 0,16% em junho, com variação de 3,52% em 12 meses. Combustíveis caem, passagens aéreas e conta de energia aumentam

Com queda nos preços dos alimentos, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,16% em junho, na menor taxa para o mês desde 2006, segundo o IBGE. A “prévia” da inflação oficial fechou o primeiro semestre em 1,62%, ante 4,62% em igual período de 2016 e com o menor índice acumulado para o período desde 1994. Em 12 meses, recuou para 3,52%, o mais baixo nesse intervalo nos últimos 10 anos. Os resultados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (23).

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INFLAÇÃO QUE REAJUSTA ALUGUEL, IGP-M, ACUMULA QUEDA DE 0,63% EM 12 MESES

Vitor Abdala – Repórter da Agência BrasilBrasília - Os prédios do bairro Cruzeiro Novo têm os pilotis fechados por grades (Wilson Dias/Agência Brasil)Usado no reajuste dos contratos de aluguel, IGP-M teve deflação de 0,51%, na primeira prévia de junho.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou deflação (queda de preços) de 0,51%, na primeira prévia de junho.

A deflação é menor que a da primeira prévia de maio: 0,89%. Em 12 meses, o IGP-M acumula deflação de 0,63%, segundo dados divulgados hoje (9) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

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