PANDEMIA PREJUDICOU EMPREGO OU RENDA DE 62% DOS BRASILEIROS, DIZ PESQUISA

De acordo com levantamento feito no final de maio pelo PoderData, 60% afirmaram
terem deixado de pagar alguma conta no último mês

Por RBA

Emprego ou renda na pandemia ficaram piores para 62% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada entre os dias 24 e 26 pelo PoderData e divulgada nesta segunda-feira (31). A coleta de dados mostra, ainda, que 60% dos entrevistados afirmaram terem deixado de pagar alguma conta no último mês.

O percentual, no primeiro quesito, é seis pontos percentuais menor do que o registrado no levantamento anterior (68%), feito um mês antes. No sentido oposto, 36% disseram não terem tido emprego e renda prejudicados por conta da pandemia, contra 30% da pesquisa anterior. O índice de quem afirmou não saber permaneceu nos 2%.

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CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS: A LINHA DE FRENTE INVISÍVEL

Com a pandemia, a produção de lixo aumentou e importância das e dos catadores de materiais recicláveis segue invisibilizada. (Crédito: Unsplash)

Por Daisy Bispo e Davi Amorin/Le Monde Diplomatique

No Brasil, o isolamento social impactou severamente a produção de lixo. A quantidade de lixo doméstico cresceu de 15% a 25%, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Antes uma casa produzia em média 4,86 kg de lixo por semana, número que sobe para 5,83 kg após início da pandemia. O aumento vertiginoso de lixo na pandemia está associado a maior busca por materiais de uso único. Contudo, uma vez descartados, poucos são os que se perguntam quem está lidando com esse problema de modo a diminuir focos de contágio. Nesse sentido, a pandemia não somente contou com grupos de profissionais especializados nas áreas de saúde, abastecimento e alimentação na linha de frente, mas também com catadores e catadoras de materiais recicláveis.

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INFORMALIDADE CRESCE, CONTRIBUIÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA TEM PIOR NÍVEL EM 6 ANOS

Desemprego no país atingiu 11,6 milhões em 2019, queda de 7,1% ante 2018.

Apesar de queda no desemprego em 2019, mais da metade das novas ocupações foi informal, com estabilidade da renda, levando a novo recuo na contribuição para a aposentadoria.

Publicado originalmente por Deutsche Welle

A desocupação no Brasil caiu em 2019 na comparação com o ano anterior, passando de 12,3% para 11,9% da população ativa, a segunda queda anual consecutiva, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (31/01) pelo IBGE.

No entanto os dados mostram um novo aumento na taxa de informalidade, que alcançou seu maior nível em três anos, abarcando 41,1% da força de trabalho ocupada, o equivalente a 38,4 milhões de pessoas. Em 2016, essa proporção era de 39,1%. Do acréscimo de 1,8 milhão no número de ocupações em 2018, 1 milhão (55% do total) foi de ocupações informais – um ritmo de crescimento da informalidade que tem se mantido nos últimos anos, segundo a analista da PNAD Adriana Beriguy.

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JUVENTUDE: ESTUDO, EMPREGO E FUTURO. O QUE ESPERAR NUM BRASIL DESGOVERNADO?

Postado por Valentin FerreiraAlém dos jovens enfrentarem mais dificuldades para conseguir trabalho, quando empregados, são os mais vulneráveis à demissão / (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Do Brasil de Fato

Conseguir um emprego, entrar na faculdade e construir uma vida estável. Esses são os objetivos de qualquer jovem entre 18 e 24 anos. No entanto, essa parcela da população é uma das mais afetadas pela crise econômica que assola o país e a consequências desse cenário vão muito além de questões financeiras.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2018, o índice de desemprego entre os jovens brasileiros foi de 25,2% e atingiu 11,6% da população em geral. Ou seja: a probabilidade de um jovem estar desocupado é duas vezes maior do que a do restante dos brasileiros. Os números mostram que a realidade daqueles que daqui há alguns anos deveriam compor a centralidade da força produtiva do país é desanimadora.

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BRASIL: DE CADA 100 PESSOAS COM TRABALHO, 40 SÃO INFORMAIS

Por Valentin Ferreira

Enquanto no Congresso Nacional tramita o projeto mais importante do atual governo e seus intere$$ados defensores, Folha de hoje trás um levantamento que coloca complicadores no sistema de arrecadação, já que,  sem carteira assinada ou cnjp contratado não há contribuição para os cofres previdenciários. Enquanto que num grupo de 100 pessoas ocupadas, 60 delas  estão contribuindo as outras 40 que trabalham sem carteira  assinada, com nada contribui. Abaixo, a matéria.

Em 2018, o país tinha 37,5 milhões de trabalhadores na informalidade de um total de 91,8 milhões de ocupados.

No Brasil, 40,1% da população ocupada não pode contar com a carteira assinada ou um CNPJ. Esse percentual, porém, chega a 58,8% no Piauí e a 59,8% no Maranhão. O Pará é o estado com a situação mais grave: lá, 61,4% dos ocupados estão na informalidade.

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ACORDOS SALARIAIS REDUZEM GANHOS EM 20% EM 2018

Postado por Valentin Ferreira

Da Folha SP

Os acordos de redução salarial fechados entre sindicatos e empresas resultaram em uma queda média de 20,4% no valor do salário dos trabalhadores neste ano, ante 18,5% no ano passado, segundo o Salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Os dados do boletim mostram que, em 2017, foram fechados 149 acordos para reduzir o salário e a jornada de profissionais. Neste ano, até novembro, o total é de 55.

De acordo com o professor Hélio Zylberstajn, a queda no número de acordos para reduzir salário e jornada mostra que a crise no emprego está longe de acabar.

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