“ACHO QUE FUI GRAVADO PELO JOESLEY”

Por Valentin Ferreira /Fotomontagem

No caldeirão político de  Brasília aumenta a fervura.

Por Valentin Ferreira 

Personagens importantes  acredita terem sido gravados por Joesley Batista, o poderoso ricaço que se utilizou do modus operandi  a Juruna para registar conversas. Mário Juruna, foi  deputado federal (1983/87) único indígena eleito até hoje no Brasil, que se utilizava de um gravador para registrar “tudo que o branco dizia”

Continue Lendo

JOESLEY E A REVISTA DOS IRMÃOS MARINHO: PORQUE FALTARAM AS PERGUNTAS ÀS QUAIS O EMPRESÁRIO QUADRILHEIRO DEVEM RESPONDER

Por Luiz Carlos Azenha /Viomundo

por Luiz Carlos Azenha

Durante minhas quase duas décadas trabalhando como correspondente nos Estados Unidos, em Nova York e Washington, li várias reportagens nos diários locais — New York Times e Wall Street Journal, especialmenteque poderiam ser entendidas como lobby de corporações norte-americanas para abrir mercados no Exterior.

Eram textos que pareciam destinados à leitura de embaixadores e das elites de potências estrangeiras. Japão, China e, mais recentemente, a Índia foram os principais alvos. Grandes mercados.

Continue Lendo

JOESLEY E A GLOBO. POR LEANDRO FORTES

Por Leandro Fortes/ DCM

Joesley Batista, da JBS

A Globo capturou as manifestações de 2013 e as colocou em sua grade de programação – com agendas e transmissões ao vivo – para fazer daquelas “jornadas” o primeiro movimento manipulado de massas com vistas a tirar o PT do poder.

Deu no que deu: em três anos, ajudou a colocar essa quadrilha chefiada por Michel Temer no Palácio do Planalto. Exatamente como fez, em 1989, quando usou seu poder de monopólio para colocar, no mesmo lugar, outra quadrilha, a de Fernando Collor de Mello.

Continue Lendo

CÍNTIA ALVES: TENTATIVA DA FOLHA DE LIVRAR TEMER DO IMPEACHMENT

Por Cíntia  Alves / Jornal GGN

Mais do que amenizar as acusações contra Temer, Folha simplesmente omitiu todo o trecho da conversa que dá à oposição o 3º motivo para o impeachment, caso o suposto aval à compra de silêncio de Cunha e prevaricação não bastem: o presidente abriu a porteira do governo para a JBS entrar e fazer as modificações necessárias aos interesses da empresa. Tudo através do blindado ministro Henrique Meirelles

O jornal Folha de S. Paulo decidiu ocasionalmente abandonar o modus operandi que vinha praticando em relação à Lava Jato nos últimos três anos e comprar a versão do acusado em detrimento das provas e delações divulgadas pelo Ministério Público Federal.

Continue Lendo