DISSE MORO: “SE EU FOSSE PARA A POLÍTICA, MEU TRABALHO PERDERIA CREDIBILIDADE”. E FOI.

Imagem: Blog do Esmael

Três juristas – Lenio Streck, ex-promotor e professor universitário; Marco Aurélio de Carvalho, fundador da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) e coordenador do Grupo Prerrogativas e Fabiano Silva dos Santos, mestre em Direito pela PUC-SP – escreveram este artigo publicado na Folha:

Saibam todos quantos lerem: Lula é inocente!

Por incompetência e parcialidade do juiz, nada restou dos processos ficcionaisAntigamente, as escrituras públicas anunciavam: “saibam todos quantos esta virem que no ano da graça de nosso senhor”… Pois, do modo como parte da grande mídia trata das anulações e arquivamentos das ações que existiam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parece se exigir uma espécie de escritura pública para tratar do tema —para que se tenha fé pública contra incautos, mentirosos, maledicentes e pessoas que distorcem fatos.

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O EX-JUIZ MORO CANDIDATO – CHEGA DE DESGRAÇA

Por Leonardo Boff

Vivemos num regime militarizado e de exceção, num tempo de pós-democracia. Temos que dar a volta por cima, não considerar a atual situação como uma tragédia sem remédio

Como se não bastasse o horror da pandemia do Covid-19 que vitimou mais de 615 mil pessoas e a crise generalizada em todos os níveis de nosso país, temos que assistir agora ao lançamento da candidatura à presidência nada menos do que do ex-juiz Sérgio Moro, declarado parcial pelo STF.

Ele representa a estirpe direitista do Capitão que trouxe a maior desgraça e vergonha ao nosso país, por sua criminosa incompetência no trato da pandemia, por lhe faltar qualquer indício de um projeto nacional, por estabelecer a mentira como política de Estado, por absoluta incapacidade de governar e por claros sinais de desvio comportamental. Ele mente tão perfeitamente que parece verdade, a mentira da qual é ciente.

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