ARGENTINA INICIA COBRANÇA DE IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS.

Foto: Reuters

Do Brasil 247

A Argentina iniciou, nesta sexta-feira (29), a cobrança do imposto extraordinário sobre grandes fortunas. A legislação foi aprovada em meados de dezembro do ano passado e estabelece o pagamento por meio de uma contribuição única e progressiva das pessoas com patrimônio acima de 200 milhões de pesos [cerca de R$ 11 milhões].  

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DEZ MANDAMENTOS PARA UM POVO FELIZ

Letra e Música: Luiz Ayrão

Primeiro: Ter um coração brasileiro
Amar de fato esse chão
Segundo: Ter o respeito mais profundo pelo cidadão
Terceiro: Salário justo para o povo inteiro
Quarto: Alimento farto pra toda nação
Quinto: Saúde, educação e moradia de verdade
Sexto: Nenhum pretexto pra por fim a liberdade
Sétimo: Não roubar, como já dizia moisés
Oitavo: Aplacar a sede de poder dos infiéis
Nono: Igualdade e paz, oportunidades iguais
Décimo: O sonho e a emoção, amor e a paixão

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A PANDEMIA VISTA POR YUVAL HARARI: “NUNCA VOLTAREMOS AO MUNDO DE ANTES”

Na opinião do conhecido historiador Yuval Harari, o mais importante no momento atual de pandemia é promover a responsabilidade individual e a cooperação. Isso pode ser alcançado através de uma informação ampla e transparente, unida à vontade de cooperar e à ajuda mútua entre todos.

Ele se tornou um historiador de fama mundial depois de publicar o livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade. Não só se tornou uma celebridade, mas também virou assessor de líderes mundiais como Bill Gates e Angela Merkel. Yuval Harari é um dos pensadores mais lidos no mundo, e por isso suas opiniões sobre a pandemia do coronavírus merecem uma atenção especial.

Harari publicou várias colunas a respeito do tema em diversos jornais do mundo, e também foi entrevistado por uma grande quantidade de meios de comunicação. Por mais estranho que pareça para nós, ele afirmou que as pandemias são uma realidade perfeitamente normal se as olharmos analisando a história da humanidade.

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PANDEMIA: É A HORA DA VERDADE PARA O NOVO CAPITALISMO

Pandemia obriga as corporações a demonstrar seu compromisso com a sociedade além dos acionistas

Sêneca dizia que a adversidade é ocasião de virtude”

Por María Fernándes /El Pais

Tente se esquecer do coronavírus e olhar para trás. Para 24 de junho de 2019. Nesse dia, o The New York Times publicou uma carta assinada por bilionários como George Soros, Chris Hughes (um dos fundadores do Facebook) e muitos outros pedindo um imposto (moderado) à riqueza. Larry Fink, o diretor da BlackRock e teoricamente o homem mais poderoso do mercado, há dois anos fala que as corporações devem pensar não só nos acionistas, e sim “nos funcionários, nos clientes e nas comunidades em que operam”. Milhares de empresas ficaram desde então repetindo que conseguir valor ao acionista não é seu único objetivo. Pois bem, chegou a hora da verdade. A resposta a essa crise será diferente da de 2008? As empresas se lembrarão, dentro de sua margem de ação, desses “grupos de interesse”?

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REFORMA TRIBUTÁRIA SOLIDÁRIA

Paulo Gil Introini abre os Diálogos por Outro Brasil. Ele mostra: país precisa de um choque de serviços públicos e direitos sociais. Isso exige vasta redistribuição de renda e riquezas. Há caminho para fazê-la por meio de impostos justos

Por Antonio Martins /Outras Palavras

Cortar. Contrair. Ajustar. Economizar. Conter. Controlar. Reduzir. Desde 2015, o imaginário político brasileiro é dominado por termos que expressam o que Marx chamou certa vez de as “águas gélidas do cálculo econômico”. Num país onde cinco bilionários reúnem tanta riqueza quanto 100 milhões de empobrecidos, os serviços públicos – que poderiam assegurar vida digna às maiorias – são atacados, sem descanso, por governo, máfias políticas, poder econômico e mídia. Estes grupos querem bloquear a emergência do Comum, por intuírem que expressa uma lógica civilizatória muito mais humanizadora e refinada que a sua – baseada em desigualdades, exploração e privilégios. Congelaram o gasto público, por vinte anos. Atacam o SUS, em múltiplas frentes. Reduziram as aposentadorias e pensões, que amenizam a desigualdade e sustentam a atividade produtiva em milhares de cidades. Atacam a Educação e a Ciência. Esta cantilena não tem, até o momento, oposição. A esquerda institucional parece ter desistido do confronto de projetos. Preocupa-se, sobretudo, com … Continue Lendo