DENÚNCIA DO LE MONDE: MORO TRABALHOU PARA INTERESSSES DOS EUA NA LAVA JATO

Do BRASIL 247

reportagem do jornal francês Le Monde, que revela que o ex-juiz Sergio Moro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por parcialidade, trabalhou para os Estados Unidos, ao conduzir a Operação Lava Jato, que destruiu 4,4 milhões de empregos no Brasil, segundo o Dieese, ao quebrar construtoras e a indústria naval, chegou ao portal Uol, que procurou Moro para comentá-la. Questionado, Moro preferiu não comentar a acusação de que cometeu também o crime de traição nacional, ao defender interesses de um outro país.

“O jornal francês Le Monde publicou hoje uma longa reportagem, em que afirma que houve influência do governo dos Estados Unidos na criação da Operação Lava Jato, com conexão com ex-juiz Sergio Moro, um dos responsáveis por julgar os processos”, aponta a reportagem do Uol. “A reportagem do Le Monde não indica se ouviu Moro nem se pediu seu posicionamento a respeito das afirmações feitas a respeito dele. O UOL procurou a assessoria do ex-juiz, mas ele ainda não se manifestou sobre a reportagem do veículo francês”, aponta ainda o texto.

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ÓRFÃO DE TRUMP, BOLSONARO SOBE NA PRANCHA E TEM OS DIAS CONTADOS

Por Ricardo Melo

Houve muita gente que apostou em Jair Bolsonaro como vacina contra os avanços sociais das gestões do PT. O dinheiro gordo; tucanos arrepiados; a escumalha parlamentar de sempre e a chusma de fanáticos que existe em qualquer país.

Essa mescla de interesses tinha por trás o apoio do grande capital financeiro, o americano principalmente. Bolsonaro foi eleito com base numa fraude digital gigantesca, arquitetada por gente como Steve Bannon, o Olavo de Carvalho de Donald Trump. Impediram Lula de concorrer às eleições com a ajuda do serviçal Sergio Moro.

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SUPREMO RECONHECE MARCA DE MOTIVAÇÃO POLÍTICA NA LAVA JATO

Tribunal elenca ações de Moro e da força-tarefa que tiveram impacto na eleição

Por Bruno Boghossian

O STF não declarou apenas que Sergio Moro pisou fora das regras do processo legal. O julgamento que definiu a suspeição do ex-juiz na condução de um dos processos contra o ex-presidente Lula deixou às claras uma deformidade central da Lava Jato. O tribunal aplicou à operação a marca da motivação política.

Ao analisar a conduta de Moro, ministros do STF elencaram momentos em que a Lava Jato tomou decisões com impacto sobre o cenário político. A Segunda Turma do STF entendeu que a atuação do ex-juiz teve relação principalmente com eventos da última eleição presidencial.

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LULA E A JOGADA DE FACHIN

Por Fernando Brito: O roque do Fachin

A defesa de Lula pede, desde o início das investigações sobre Lula, que se declare a incompetência da 13a. Vara Criminal de Curitiba para analisar os casos que foram parar nas mãos de Sérgio Moro.

O primeiro, aliás, foi uma “forçação de barra” inacreditável: todos os réus no processo sobre compra de imóveis no condomínio do Guarujá responderam ao processo na Justiça paulista e foram, sem exceção, absolvidos. Só o caso de Lula foi levado para Moro e, claro, resultou numa condenação, capenga, como todos sabem.

Os pedidos para a decretação da incompetência jurisdicional foram sucessivos e sucessivamente recusados; ao próprio Moro, ao Tribunal Regional Federal da 4a. Região e ao Superior Tribunal de Justiça e é esta última recusa que Fachin julgou em habeas corpus. Da mesma forma, foram apresentadas como preliminar a ser examinada nas três instâncias e solenemente rejeitada, embora óbvia.

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NEW YORK TIMES E THE ECONOMIST EXPÕEM AS FALCATRUAS DA LAVA JATO

Por Esmael Moraes

  1. Jornal americano volta a denunciar que Moro e procuradores de Curitiba “transformaram uma simples força-tarefa em uma entidade acima da lei”
  2. Revista inglesa deixa claro que Moro foi imparcial com o objetivo de tirar Lula das eleições de 2018
  3. Governo Bolsonaro não tem compromisso com o combate à corrupção.
  4. No começo de fevereiro, o New York Times expôs ao mundo a farsa representada pela Operação Lava Jato. No dia 9 daquele mês, o jornal estadounidense publicou artigo de Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina do Instituto de Estudos Políticos de Paris, que não mediu palavras ao descrever as ações tomadas por Sergio Moro e os procuradores de Curitiba. Segundo o renomado cientista político, a Lava Jato foi vendida “como a maior operação anticorrupção do mundo”, mas se revelou, mais tarde, “o maior escândalo judicial da história”.
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