BOA NOTÍCIA: HAVERÁ CASADOS PADRES, por Leonardo Boff

Postado por Blog do Valentin

Por Leonardo Boff.

No dia 17 de junto de 2019 o Vaticano emitiu um documento que recomendava ao Sínodo Pan-amazônico a realizar-se em outubro em Roma,  que se considere a ordenação sacerdotal a homens casados, mais idosos e respeitados, especialmente indígenas, para as regiões mais afastadas da Amazônia.

O Papa não quer uma Igreja que visita mas uma Igreja que permanece. Essa reivindicação é antiga e foi proposta pela CNBB ao Papa João Paulo II, nos anos 80 de século passado. Ele a interpretou como uma espécie de provocação; por causa disso sempre manteve relativa distância da CNBB.

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BOFF A BOULOS: VOCÊ É UMA NOVA LIDERANÇA NO BRASIL

Postado por Valentin Ferreira

 O teólogo e escritor Leonardo Boff elogiou a participação do pré-candidato do PSOL à presidência, Guilherme Boulos, no programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira 7.

Em mensagem direcionada a Boulos no Twitter, Boff publicou: “parabéns pelo debate na Roda Viva. Você mostrou conhecimentos da realidade social e econômica que deixou a bancada, na maioria da elite econômica financeira, sem resposta. Você é uma nova liderança no Brasil”.

Do Brasil 247

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“ESTIVE PRESO E ME IMPEDIRAM DE VISITAR-TE”, Por Leonardo Boff

Postado por Valentin Ferreira

Por Leonardo Boff/ em Seu Blog

Há uma cena de grande dramaticidade no evangelho se São Mateus quando se trata do Juizo Final”, quer dizer, quando se revela o destino último de cada ser humano. O Juiz Supremo não perguntará a que Igreja ou religião alguém pertenceu, se aceitou os seus dogmas, quantas vezes frequentou os ritos sagrados.
Esse Juiz se voltará aos bons e dirá: ”Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino preparado para vós desde a criação do mundo; porque tive fome e de me destes de comer, tive sede e me destes de beber, fui peregrino e me acolhestes, estive nu e me vestistes, doente e me visitastes, estava preso e viestes me ver… todas as vezes que fizestes a um destes meus irmãos e irmãs menores, foi a mim que o fizestes…e quando deixastes de fazer a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes(Evangelho de S.Mateus,25, 35-45).”
Neste momento supremo, são as práticas e não as prédicas para com os sofedores deste mundo que contarão. Se os tivermos atendido, ouviremos aquelas palavras benditas.

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COM O PAPA FRANCISCO TERMINA A IGREJA SÓ OCIDENTAL E COMEÇA A IGREJA UNIVERSAL

Postado por Valentin Ferreira

Por Leonardo Boff / Carta Maior

Passaram-se já cinco anos do papado de Francisco, bispo de Roma e Papa da Igreja universal. Muitos fizeram balanços minuciosos e brilhantes sobre essa nova primavera que irrompeu na Igreja. De minha parte enfatizo apenas alguns pontos que interessam à nossa realidade.

O primeiro deles é a revolução feita na figura do papado, vivida em pessoa por ele mesmo. Não é mais o Papa imperial com todos os símbolos, herdados dos imperadores romanos. Ele se apresenta como simples pessoa como quem vem do povo. Sua primeira palavra de saudação foi dizer aos fiéis”buona sera”: boa noite. Em seguida, anunciou-se como bispo de Roma, chamado a dirigir no amor a Igreja que está no mundo inteiro . Antes de ele mesmo dar a benção oficial, pediu que o povo o abençoasse. E foi morar não num palácio – o que teria feito chorar Francisco de Assis – mas numa casa de hóspedes. E come junto com eles.

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“ESTAMOS INDO AO ENCONTRO DE ALGUMA CONVULSÃO SOCIAL”, por Leonardo Boff

Por Valentin Ferreira / do Jornal O imparcialFoto: Agência Brasil

O Brasil vive uma crise de representatividade, em muito agravada com o golpe que destituiu a presidenta Dilma Rousseff do poder. Como o senhor avalia este cenário?

Em São Luís para participar do 3º. Interconselhos – Encontro de Conselhos do Estado do Maranhão, Leonardo Boff concedeu entrevista exclusiva a Homem de vícios antigos

Quando Leonardo Boff (1938) devolveu o e-mail com as respostas à entrevista, assinou, ao final: “teólogo, filósofo, articulista semanal do Jornal do Brasil online e escritor”. Deixou de fora outros predicados, num gesto de desapego coerente com suas escolhas religiosas e políticas.

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