“A CAMPANHA DA FRATERNIDADE PÕE O DEDO NA FERIDA”

“Homicídios [de LGBTs] são efeitos do discurso de ódio e do fundamentalismo religioso”, diz texto-base da campanha

Ao condenar a violência contra LGBTs, texto-base da campanha deste ano despertou a ira de católicos conservadores. À DW Brasil, padre diz que polarização gerada pelo governo Bolsonaro impulsionou escolha do tema.

Por Deutsche Welle

A defesa explícita e inédita da população LGBT provocou a ira de conservadores brasileiros contra os organizadores da Campanha da Fraternidade, projeto realizado anualmente desde a década de 1960 pela Igreja Católica no Brasil.

O texto-base deste ano, cujo tema reforça a importância do diálogo frente à polarização, ainda ressalta que mulheres, especialmente as negras e as indígenas, são as maiores vítimas do “sistema de violência” no Brasil, e enaltece a importância das políticas de defesa dos direitos humanos.

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