MARIDO ESCREVE LIVRO PARA MULHER QUE PERDEU A MEMÓRIA APÓS O PARTO

‘Me mata não me lembrar do nosso casamento’, diz Camre Curto – Foto Steve Curto

Por BBC Brasil

Camre Curto perdeu a memória ao dar à luz. Não sabia quem o marido era, tampouco que havia acabado de ter um filho.

Uma lesão cerebral havia apagado todas as suas lembranças – assim como a capacidade de formar novas memórias.

Mas, apesar de não saber quem Steve Curto era, ela sabia que o amava.

E o inspirou a escrever o livro But I know I love you (“Mas eu sei que te amo”, em tradução livre), para ajudar a mulher a relembrar todos os dias os capítulos mais importantes da sua vida.

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LIVRO: CRISTÃO, AÇÃO!

Por Blog do Valentin

Em evento concorrido, o agora escritor lemense, José Augusto Lunardelli (foto) autografou seu primeiro livro Cristão, Ação! Uma proposta de reflexão para ação em um mundo cada vez menos cristão”, na noite do último sábado (3).

Segundo o autor, o livro propõe uma reflexão ampla e crítica a respeito de temas importantes que permeiam a vida cotidiana, traçando um paralelo com os ensinamentos de Cristo, sob uma ótica alicerçada em estudos e obras de grandes autores e, em fatos históricos e atuais.

“As verdades e valores ensinados por Cristo são ofuscados constantemente. As pessoas se veem cada vez mais perdidas e desamparadas, imersas em crises de sentido ou, presas numa rotina de valorização excessiva de prazeres terrenos, que fatalmente as afastam da religião, da fé e do próprio Jesus”, comentou Lunardelli.

Da Assessoria do Autor

 

 

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LIVRO DA DÉCADA DE 30 LEMBRA E FAZ ALERTA SOBRE OS DIAS ATUAIS

Postado por Blog do Valentin

Por Gideon Rachman / Folha

Após Trump e Boris Johnson, quando é a hora de tocar o alarme do caos político?

Livro da década de 1930 recorda demora em notar o avanço do nazismo, até ser tarde demais.

FINANCIAL TIMES

Poucas semanas atrás, eu estava sentado no gabinete em Londres de um parlamentar conservador britânico aflito diante da probabilidade de Boris Johnson tornar-se o líder de seu partido e, em seguida, primeiro-ministro. Conversamos sobre política e sobre os livros que andávamos lendo.

Mencionei que eu acabara de ler um livro de memórias de Sebastian Haffner, “Defying Hitler”. “Estou com esse livro aqui”, respondeu o parlamentar, procurando o exemplar em sua estante. “É ótimo, não?”

Achei significativo o fato de ambos termos lido sobre a década de 1930 para tentar apreender o sentido de 2019. Nem ele nem eu pensamos que Boris Johnson ou Donald Trump sejam reencarnações de Hitler ou Mussolini. Mas ambos achamos o livro de memórias de Haffner interessante por uma razão diferente, mais sutil: ele oferece um vislumbre extraordinário de como é viver em um período de turbulência política.

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