23 DE ABRIL: DIA MUNDIAL DO LIVRO

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) escolheu a data do Dia Mundial do Livro em 1995, em Paris, durante o XXVIII Congresso Geral. Uma tradição catalã ligada aos livros já existia no dia 23 de abril, e parece ter influenciado a escolha da Unesco. Na tradição catalã, no dia de São Jorge (23 de abril), é costume dar uma rosa para quem comprar um livro. Trocar flores por livros já se tornou tradição em outros países também.

O dia 23 de abril foi escolhido por ser, coincidentemente, a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega.

23 de abril é também a data de nascimento ou morte de outros autores famosos, como Maurice Druon, Haldor K.Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.

Por Claudio Gobnzales

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MEMÓRIAS DE FREDERICK DOUGLASS RETRATAM O HORROR DA ESCRAVIDÃO NOS EUA

Frederick Douglass – Imagem Reprodução

Best-seller “Autobiografia de Um Escravo” revela papel da leitura na formação do líder abolicionista

Por Fernanda Mena

“Educação e escravidão são incompatíveis”, escreveu o líder abolicionista Frederick Douglass em seu mais célebre livro, “Autobiografia de um Escravo”. Lançada cerca de 20 anos antes da abolição da escravatura nos EUA, ocorrida em 1863, a obra se tornou um best-seller e influenciou sentimentos anti-escravagistas por todo o país.

Dono de uma oratória potente, Douglass se tornaria figura central do abolicionismo americano a partir de textos e discursos mobilizadores, nos quais mais tarde incluiria as causas sufragistas. Seus ouvintes, contaminados pela narrativa racista em voga, mal podiam acreditar que um ex-escravizado fosse capaz de tamanha eloquência.

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BRASIL PERDE 4,6 MILHÕES DE LEITORES EM QUATRO ANOS

Dados fazem parte da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil

Da Agencia Brasil

O Brasil perdeu, nos últimos quatro anos, mais de 4,6 milhões de leitores, segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. De 2015 para 2019, a porcentagem de leitores no Brasil caiu de 56% para 52%. Já os não leitores, ou seja, brasileiros com mais de 5 anos que não leram nenhum livro, nem mesmo em parte, nos últimos três meses, representam 48% da população, o equivalente a cerca de 93 milhões de um total de 193 milhões de brasileiros.

As maiores quedas no percentual de leitores foram observadas entre as pessoas com ensino superior – passando de 82% em 2015 para 68% em 2019 -, e entre os mais ricos. Na classe A, o percentual de leitores passou de 76% para 67%.

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MALDADES DO GUEDES

O termo #DEFENDAOLIVRO chegou ao posto de assunto mais comentado no Twitter durante a manhã desta terça-feira (11). A campanha dos internautas é uma reação a proposta aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que pretende acabar com as isenções de PIS e Cofins para o mercado editorial. O protesto também marca o Dia do Estudante, contra a medida planejada pelo governo Bolsonaro.

Em audiência virtual da comissão mista da reforma tributária no Congresso Nacional, na semana passada, Guedes confirmou a intenção de cobrar impostos sobre livros. Segundo ele, o governo não deve isentar “quem pode pagar”.

Leia matéria completa RBA

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