HUCK E MORO SÃO PARTE DO PROBLEMA, NÃO A SOLUÇÃO

Luciano Huck e Sergio Moro

Por Cristina Serra

O dedo podre de Bolsonaro e 2022

A eleição municipal traz elementos importantes para o cenário de 2022. Bolsonaro ganhou o troféu dedo podre de 2020. Seu fracasso como cabo eleitoral mostra que ele pode ser derrotado daqui a dois anos. Já é um começo, mas é pouco.

No campo oposto, o desempenho de Boulos (PSOL) na cidade mais importante do país mostra que a esquerda está viva e encontra ressonância no eleitorado. Com apenas duas semanas até o segundo turno, o desafio de Boulos é gigante, enquanto seu aliado preferencial, o PT, lambe as feridas de uma derrota tão esmagadora quanto previsível no seu berço político.

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O PLANO DA GLOBO: ULTRACAPITALISMO SEM BOLSONARO

Alinhada à agenda neoliberal de Guedes, emissora não deseja o impeachment — aliás, até blinda o governo de ataques. Estratégia é criticar apenas a pessoa do presidente — e, assim, destruí-lo até o pleito de 2022, enquanto projeta Huck ou Moro

Por Mauricio Abdalla / Charge: Aroeira

É claro e visível que Rede Globo assumiu uma linha editorial de oposição a Jair Bolsonaro. Ilude-se, porém, quem pensa que se trata de uma oposição ao “Governo”, como foi com relação aos governos do PT.

O núcleo do governo real está nas mãos do Ministro da Economia Paulo Guedes. Todas suas medidas e propostas agradam as grandes empresas privadas (como a Globo), os banqueiros e outros setores do capital que, além de comporem a mesma classe social dos proprietários das Organizações Globo, são seus patrocinadores e sócios em diversos outros negócios em que o grupo Marinho também investe seu capital.

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HIPOCRISIA: LUCIANO HUCK E SUAS PROPOSTAS

Postado por Blog do Valentin

Em artigo publicado hoje na Folha de S. Paulo, o apresentador Luciano Huck trata do maior problema brasileiro: a desigualdade social

Ele não usa uma única vez esta expressão: desigualdade social.

Mas, como muita gente que como ele ocupa o topo da pirâmide, Luciano expõe o incômodo de ver gente vivendo em condições subumanas.

“Não consigo pensar em nenhum país que seja realmente admirado e tido como referência em qualquer área do desenvolvimento humano que ainda tenha parte significativa de sua população vivendo em favelas”, escreveu.

Também foi certeiro quando afirmou:

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HUCK ESTÁ MAIS PARA BERLUSCONI QUE PARA MACRON

Postado por Valentin FerreiraFotomontagem: /Reprodução

Do Brasil 247 

“Soa inadequado comparar Huck a Emmanuel Macron, como fazem alguns analistas. O presidente francês foi banqueiro e ministro da Economia antes de disputar uma eleição. As poucas declarações públicas de Huck, por meio de artigos e entrevistas, demonstram uma visão simplista da política”, diz o jornalista Kennedy Alencar; “Na Itália, depois da Operação Mãos Limpas, veio Silvio Berlusconi. No Brasil da Lava Jato, não é absurdo pensar que isso possa acontecer em face da crise da classe política tradicional”

Leia toda matéria no  Blogdokennedy

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REINALDO AZEVEDO: “HUCK É O TIRIRICA DOS RICOS”

Postado Por Valentin Ferreira

Do Brasil 247

O colunista de política da Rede TV!, Reinaldo Azevedo, critica uma eventual candidatura do apresentador Luciano Huck e chama o global de “Tiririca dos ricos”; Certa parcela da elite quer fazer de Huck um novo Tiririca, diz Reinaldo; “Basta para governar o Brasil? A propósito: para a Previdência, ele quer o quê? O Brasil não é uma lata velha que pode ficar com aparência de nova, mediada por uma operação de merchandising”, questiona o colunista da Rede TV

Matéria Completa no Brasil247

 

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A “JUVENTUDE CALDEIRÃO” E LUCIANO HUCK

Postado por Valentin Ferreira

Entre a Globo e Brasília, Huck optou pela primeira

Por Daniel Vargas* — Carta Capital
A nova direita que pretendia lançar o apresentador global à presidência da República tem slogans demais e propostas de menos

O mais “novo” fenômeno da política brasileira é a “juventude caldeirão”. Formada por legião de “jovens”, entre 35 e 50 anos, adeptos ao bom-mocismo, ela é a nova aposta dos bilionários e da ala mais conservadora da mídia. Seu líder e garoto-propaganda é Luciano Huck. Sua marca principal é superar as polarizações. De “novo”, na verdade, não possui nada: nem a idade, nem as ideias, muito menos o coração.

No início do século XX, o Brasil era governado pela política dos salões. O roteiro funcionava mais ou menos assim: os caciques da nação se reuniam entre quatro paredes na capital, acertavam as alianças e repartiam as tarefas: você traz o dinheiro, eu trago a mídia, ele leva o povo pra votar… Na antevéspera do processo eleitoral, apresentavam-se ao País as suas “lideranças”. Nem uma ideia. Nem um projeto. Só marketing.

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