ÓRFÃO DE TRUMP, BOLSONARO SOBE NA PRANCHA E TEM OS DIAS CONTADOS

Por Ricardo Melo

Houve muita gente que apostou em Jair Bolsonaro como vacina contra os avanços sociais das gestões do PT. O dinheiro gordo; tucanos arrepiados; a escumalha parlamentar de sempre e a chusma de fanáticos que existe em qualquer país.

Essa mescla de interesses tinha por trás o apoio do grande capital financeiro, o americano principalmente. Bolsonaro foi eleito com base numa fraude digital gigantesca, arquitetada por gente como Steve Bannon, o Olavo de Carvalho de Donald Trump. Impediram Lula de concorrer às eleições com a ajuda do serviçal Sergio Moro.

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COMO BOLSONARO REAGIRÁ A LULA?

Por Amarildo Lima

Celso Rocha de Barros

Como disse em meu artigo publicado na Ilustríssima, a entrada de um Lula moderado na disputa eleitoral de 2022 mudou completamente o quadro político brasileiro. Lula moderado é um polo de oposição muito mais forte do que os que havia até agora. O choque, inclusive, levou o “centro” a acelerar suas articulações por uma candidatura competitiva. Como a extrema direita que governa o Brasil desde 2019 vai reagir?

No dia do discurso de Lula, a reação de Bolsonaro foi de evidente terror. Pela primeira vez em muito tempo, apareceu de máscara em uma solenidade pública. Não tenho nenhuma dúvida de que seu pessoal nas redes sociais notou que as declarações ponderadas de Lula sobre vacinas e máscaras foram bem-recebidas pelo público.

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A FALSA EQUIVALÊNCIA ENTRE LULA E BOLSONARO

Por Philipp Lichterbeck – Deutsche Welle

Opinião: A falsa equivalência entre Lula e Bolsonaro

Comparações ajudam a um melhor entendimento do mundo. Podem ser usadas ​​para determinar semelhanças e diferenças entre as coisas, que podem então ser melhor compreendidas em suas particularidades. Por exemplo, é possível comparar maçãs e peras. Ambas são pomos e crescem em árvores em climas temperados. Ambas são semelhantes em tamanho e são doces, embora maçãs ácidas também existam. As semelhanças acabam quando se trata de forma, cor e sabor específicos.

Embora nem todas as comparações sejam úteis – comparar uma maçã com um carro é de pouca utilidade –, elas são importantes para entender nosso mundo.

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LULA E A JOGADA DE FACHIN

Por Fernando Brito: O roque do Fachin

A defesa de Lula pede, desde o início das investigações sobre Lula, que se declare a incompetência da 13a. Vara Criminal de Curitiba para analisar os casos que foram parar nas mãos de Sérgio Moro.

O primeiro, aliás, foi uma “forçação de barra” inacreditável: todos os réus no processo sobre compra de imóveis no condomínio do Guarujá responderam ao processo na Justiça paulista e foram, sem exceção, absolvidos. Só o caso de Lula foi levado para Moro e, claro, resultou numa condenação, capenga, como todos sabem.

Os pedidos para a decretação da incompetência jurisdicional foram sucessivos e sucessivamente recusados; ao próprio Moro, ao Tribunal Regional Federal da 4a. Região e ao Superior Tribunal de Justiça e é esta última recusa que Fachin julgou em habeas corpus. Da mesma forma, foram apresentadas como preliminar a ser examinada nas três instâncias e solenemente rejeitada, embora óbvia.

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JURISTA AMERICANA REAFIRMA QUE LAVA JATO FEZ POLÍTICA CONTRA LULA

Admirada e próxima de Deltan Dallagnol, Susan Rose-Ackerman lembra que mudou de ideia definitivamente sobre a Lava Jato quando Sergio Moro virou ministro de Jair Bolsonaro

Do Jornal GGN

Em entrevista ao Valor Econômico, a jurista norte-americana Susan Rose-Ackerman, da Universidade de Yale, reafirmou que mudou sua opinião sobre a Lava Jato. No começa, ela acreditava que a operação combatia corrupção de maneira isenta, imparcial e regular. Mas após o processo de Lula e a chegada de Sergio Moro ao governo federal, ficou claro que tratava-se de uma investigação com fins políticos.

“Houve críticas ao processo da Lava-Jato, segundo as quais havia por trás a tentativa de reduzir o poder do PT. No começo, achei as críticas injustas. É evidente que, se tem alguém fazendo coisas que não aprovamos, são aqueles que estão no poder. Mas minhas ideias a esse respeito sofreram forte abalo quando Sergio Moro aceitou o cargo de ministro da Justiça. Isso me surpreendeu. Talvez os brasileiros não tenham ficado tão surpresos, mas para mim era algo que fortalecia a crítica de que ele agia com parcialidade”, disse.

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