LUTERANOS CONDENAM REFORMA DA PREVIDÊNCIA, DISCURSO DE ÓDIO E EXCLUSÃO

Postado por Blog do ValentinLuteranos reunidos em XXXI Concílio da Igreja (Foto: IECLB/Divulgação)

Em manifesto baseado no Concílio realizado no ano passado, cúpula da Igreja Luterana emite posição com orientações políticas para as suas bases

A reportagem é publicada por Extra Classe, 09-04-2019.

No último dia 29 de março, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil(IECLB), emitiu um manifesto em que destaca vários pontos contrários ao evangelho que têm sido fomentados em políticas nacionais, entre eles, a promoção do discurso de ódio, de desmantelamento de políticas ambientais (citam Brumadinho e propostas de liberação de agrotóxicos), um modelo econômico excludente e uma reforma da Previdência que aprofunda desigualdades.

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“SE LUTERO VIVESSE HOJE, CRITICARIA OS PENTECOSTAIS”

 Por: D.W.com

A Rosa de Lutero humana na abertura do jubileu da Reforma no Brasil

Inicialmente discriminados e até perseguidos durante as duas guerras mundiais, os luteranos no Brasil superaram seus problemas e as divergências com os católicos e hoje celebram juntos os 500 anos da Reforma protestante.

Quando os portugueses pisaram pela primeira vez em terras brasileiras, em 1500, o monge rebelde alemão Martinho Lutero ainda não havia publicada as 95 teses que provocariam um cisma na Igreja católica. Quando os primeiros imigrantes alemães luteranos chegaram no Brasil 400 anos mais tarde, encontraram um país totalmente católico, que ainda não conhecia a Reforma de Lutero.

Nesta entrevista, o pastor luterano Cláudio Kupka fala sobre as dificuldades e os desafios de uma Igreja minoritária. Ele é pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e membro da comissão conjunta luterana do jubileu dos 500 anos da Reforma no Brasil.

Deutsche Welle:  Quando os luteranos chegaram ao Brasil no século 19 só havia católicos. Como foi chegar num país totalmente católico?

Cláudio Kupka: Além da dificuldade de se estabelecer nas colônias, pois tinham poucos recursos, os imigrantes alemães luteranos sofreram discriminação religiosa. Casamentos e batismos não eram reconhecidos. A … Continue Lendo