O SILÊNCIO QUE NOS CURA

O silêncio está se revelando um antídoto fundamental de prevenção, por exemplo, em distúrbios mentais como a depressão ou na doença de Alzheimer

Por Juan Arias

Neurocientistas, estudiosos dos mecanismos cerebrais, estão descobrindo a dimensão terapêutica do silêncio. Dizem que, em contraposição ao ruído, o silêncio está se revelando um antídoto fundamental de prevenção, por exemplo, em distúrbios mentais como a depressão ou na doença de Alzheimer. E no bem-estar geral do organismo, a começar com um sono melhor e mais profundo.

E esses mesmos especialistas na dinâmica do cérebro e da memória alertam, por sua vez, para a falta de espaços de silêncio em nossa civilização do ruído, à qual se acrescentou o estrondo das redes sociais. O silêncio hoje se esconde, envergonhado, nos nichos dos que estão descobrindo suas vantagens para o corpo e para a alma.

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Postado por Valentin Ferreira / da Forbes Brasil

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Estudos apontam que apesar dos períodos de descanso possibilitarem efeitos positivos, eles são passageiros (iStock)

Como o mindfulness e a ioga se tornaram práticas amplamente divulgadas e intensivamente estudadas, crescem as evidências que sugerem múltiplos benefícios psicológicos e físicos decorrentes destas práticas, assim como de outras similares, a exemplo do Tai Chi Chuan e do Chi Kung.

Segundo o “Harvard Health Publications”, o site de publicações de saúde de Harvard, estudos sistêmicos e meta-análises examinaram centenas de pesquisas que sugerem que intervenções baseadas no mindfulness ajudam a diminuir ansiedade, depressão, estresse e dor, e ainda melhoram a saúde de maneira geral, a condição mental e a qualidade de vida. Estas práticas também aparentam reduzir inflamações e aumentar a resposta imunológica.

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