O LUCRATIVO NEGÓCIO DAS FAKE NEWS

Alex Jones e seu programa Infowars: plataforma de disseminação de teorias extremistas da conspiração

Empreendedores ideológicos e disseminadores de teorias conspiratórias faturam com produtos que vão muito além das ideias malucas. Atividade é rica fonte de dinheiro para indivíduos e organizações que disseminam mentiras.

Por Deutsche Welle

Toda propaganda é, em certo sentido, uma forma de falsificação. Mas, se antes a mensagem provavelmente tinha algo palpável para vender – um carro ou um hambúrguer, talvez –, hoje a mensagem em si costuma ser o produto. “A fonte de valor é o trabalho realizado pela audiência – afinal, esta é a atividade que produz a atenção do público, que é o bem que está sendo vendido”, diz Zoe Sherman, professora da faculdade de economia do Merrimack College.

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FELIPE NETO: “QUALQUER COMUNICADOR QUE SE CALA SOBRE O QUE ESTAMOS VIVENDO É CÚMPLICE”

El youtuber Felipe Neto.REPRODUÇÃO / INSTAGRAM

Por Naiara G. Gortázar

À primeira vista, Felipe Neto é um cara que passa a vida jogando Minecraft no computador enquanto faz piadas sem graça. A diferença em relação aos milhões de jovens em que seus pais dão bronca por fazer o mesmo em seus quartos é que, por trás dessa fachada, ele encontrou a fórmula para ganhar a vida e erguer um enorme negócio. Tudo legal. Esse brasileiro leva muito a sério seu trabalho e também seu papel de cidadão.

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NÃO É A DISTÂNCIA QUE SEPARA AS PESSOAS. É O “TANTO FAZ”

Por Israel de Sá / Pens.Líquido

Maldita parafernália eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos. E alguém quer ficar livre livre disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento “sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos trazem. Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra: mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado da tela, não lhe responde.

Tudo bem, o mundo está uma loucura. A gente fica antenado dezoito horas por dia e são tantas atualizações: email, WhatsApp, Facebook, Google +, Twitter, Instagram, Messenger… Ufa.. E tem alguém ali, em todas elas, dizendo “oi”.

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MARCELO ADNET NO RODA VIVA

Nascido em uma família de artistas, Marcelo Adnet iniciou sua carreira como ator no teatro, com a peça de improviso ‘Z.É. Zenas Emprovisadas’. Ganhou destaque nacional ao integrar o elenco da MTV Brasil, onde apresentou e atuou em programas humorísticos entre 2008 e 2013. Na Rede Globo, participou da criação do programa Tá no Ar: a TV na TV e dá vida ao personagem Rolando Lero na nova versão da Escolinha do Professor Raimundo, além do envolvimento em diversos outros projetos.

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OS ROBÔS DO WHATSAPP QUE COMEM MUITA GENTE PELAS BEIRADAS

Postado por Blog do Valentin

Por Deutsche Welle

Whatsapp baniu 400 mil perfis na campanha eleitoral de 2018

Documento enviado pelo aplicativo de mensagens à CPMI que investiga a disseminação de notícias falsas nas eleições de 2018 diz que banimentos são decididos pelo comportamento das contas e não pelo conteúdo.

O aplicativo de mensagens Whatsapp relatou à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga a disseminação de notícias falsas na campanha eleitoral de 2018, ter banido mais de 400 mil contas no Brasil entre os dias 15 de agosto e 28 de outubro de 2018, quando ocorreu o segundo turno das eleições presidenciais.

Em documento enviado à CPMI na semana passada, a rede social afirma que as contas foram banidas em razão de violações aos termos de serviço do aplicativo.

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AINDA É POSSÍVEL RESGATAR A INTERNET?

Postado por Blog do Valentin

Da anarquia à ditadura: corporações aproveitaram-se do “espírito livre” da rede para exercer seu poder econômico e impor “capitalismo de vigilância” e manipulação política. Diante do inferno, surge a ideia de regras democráticas

Por Paul Starr / Outras Palavras

Em apenas duas décadas, as tecnologias digitais e a internet passaram do sonho excitante de uma nova era revolucionária à encarnação do medo de um mundo que deu muito errado. A revolução digital agora ameaça minar valores que deveria ter feito avançar – liberdade pessoal, democracia, conhecimento confiável e mesmo livre competição. A tecnologia não fez isso para nós sozinha, nem que tropeçamos distraidamente em um universo distópico alternativo. O regime tecnológico atual surgiu de escolhas perigosas, por ignorar lições do passado e permitir que o poder privado agisse sem regulamentação.

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