BOLSONARO FEZ COM OS GENERAIS O MESMO QUE BONINHO COM KAROL CONKÁ. Por Gregorio Duvivier

Imagem: Reprodução

Nada do que vou relatar a seguir é ficção. Bolsonaro, desde a mais tenra idade, odeia o Exército. Seu sonho era ser jogador de futebol.

Foi seu pai que o obrigou a entrar no quartel. Lá, foi humilhado: um coronel reprovou a “falta de lógica, racionalidade e equilíbrio”, e outro condenou a “excessiva ambição em realizar-se financeiramente”.
Humilhado, tentou explodir quartéis. Seu plano foi descoberto pela imprensa. Condenado à reserva, ficou tarde pra tentar o futebol. Sobrou a política. Melhor assim.

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10 SINAIS QUE INDICAM QUE BOLSONARO PREPRARA A ANTESSALA DE UMA DITADURA

Bolsonaro estimula setores reacionários das Forças Armadas (foto: Marcos Corrêa/PR)

Por Robson Sávio Reis Souza

Aparelhamento das Forças Armadas, militarização do governo, desconstrução do Judiciário: tudo indica que Bolsonaro planeja um golpe 

1. Incentivo ao armamento da população para formação de milícias civis, sendo que o armamento da população favorece a articulação das milícias militares com civis, formando grupos paramilitares.

2. Instrumentalização das Forças Armadas e instituições policiais, através de privilégios concedidos discricionariamente a essas categorias, formando um exército fidelizado a ele e não à Constituição.

2.1. Militarização do governo, em parceria com setores reacionários das Forças Armadas, com milhares de militares mobilizados e à sua disposição, das mais altas às baixas patentes.

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O PAPEL CENTRAL DE FACHIN NA REMILITARIZAÇÃO DO PAÍS. Por Luis Nassif

Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, em foto de arquivo
Foto: Rosinei Coutinho – 20.abr.2017/SCO/STF

Originalmente publicado por Jornal GGN

Quando o general Villas Boas publicou seu tuíte, na véspera de uma votação relevante de um caso envolvendo Lula, com óbvia intenção de pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), apenas o Ministro Celso de Mello reagiu. Relator do caso, Luiz Edson Fachin se calou. Agora se manifesta, com uma indignação tardia.

O que estaria por trás disso? Simples: a manifestação de Villas Boas vinha em apoio ao próprio Fachin, peça central da operação para tirar Lula das eleições. Visava intimidar os demais Ministros, Carmen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli.

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FORÇAS ARMADAS MANDAM OUTRO RECADO A BOLSONARO

Por Moises Mendes

Um dia depois das manifestações do comandante do Exército, Edson Pujol, de que os militares não estão a serviço de governos e de partidos, mas do Estado e do país, hoje há mais um recado a Bolsonaro.

Desta vez, uma nota em defesa da missão constitucional dos militares, com a mesma mensagem: não há como misturar as atividades dos quartéis com as do governo.

O documento foi emitido pelo Ministério da Defesa, com a assinatura de todos os chefes militares. O texto reafirma que as Forças Armadas são apartidárias.

A nota é assinada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e pelos comandantes da Marinha (Ilques Barbosa Júnior), Exército (Edson Leal Pujol) e Aeronáutica (Antonio Carlos Moretti Bermudez).

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DIÁRIO DO BOLSO: MANIFESTO MILICOMUNISTA

Créditos da foto: (Reprodução)

Por José Roberto Torero/Carta Maior

Militares do Brasil, uni-vos.

Uma sombra cáqui cobre o país. É nóis, os milicos!

Já são seis mil, cento e cinquenta e sete quepes espalhados pelo governo. No tempo do Temer, que também gostava da gente, eram dois mil e setecentos. Mais que dobramos a meta!

O bom dos militares, pelo menos dos que me seguem, é que eles não contestam ordens. Se eu mandar plantar bananeira, eles plantam. Se eu mandar pular do abismo, eles pulam. Se eu mandar liberar cloroquina, eles liberam.

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FLÁVIO DINO: MILITARES NÃO PODEM ESTAR ATRELADOS A “UMA FACÇÃO EXTREMISTA E PASSAGEIRA”

Flávio Dino, Governador do Maranhão

O governador do Maranhão, Flávio Dino (Pc do B) criticou na noite deste domingo (12) a cúpula militar brasileira por sua reação à manifestação do ministro do STF Gilmar Mendes, que afirmara sábado estar o Exército “se associando a esse genocídio”, numa referência à ocupação militar do Ministério da Saúde. Segundo Dino, a cúpula das Forças Armadas “não pode estar atrelada ou subordinada a um lado da política brasileira. Pior quando se cuida de uma facção extremista e passageira”.

Em um tweet, Dino afirmou: “A cúpula das Forças Armadas deve entender que uma instituição de ESTADO – que exerce monopólio de uso da força em nome da NAÇÃO – não pode estar atrelada ou subordinada a um lado da política brasileira. Pior quando se cuida de uma facção extremista e passageira”.

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