BRASIL CHEGA A 250 MIL MORTOS POR COVID-19

Mulher indígena chora a morte de seu marido para a covid-19, em janeiro, em Manaus

Por Deutsche Welle

O Brasil superou nesta quarta-feira (24/02) os 250 mil mortos pela covid-19, marca alcançada dois dias antes de o país completar um ano da identificação do primeiro caso da doença em território nacional. O número de casos confirmados da doença no país está em 10,3 milhões.

Segundo levantamento de um consórcio da imprensa brasileira, formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S. Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, foram registradas 1.390 mortes até as 18h18 desta quarta, totalizando 250.036 mortes. Os dados são compilados a partir de informações prestadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

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A “SURPRESA” DE PAZUELLO COM O REPIQUE DA COVID EM 2021

Por Raquel Torres / Imagem Benett

QUEM PODERIA IMAGINAR?

O Ministério da Saúde pediu a liberação de créditos extraordinários, que não entram no teto de gastos, para lidar com a pandemia. Precisar de dinheiro, precisa. Mas tem um problema: a Constituição só permite esse tipo de recurso em casos urgentes e imprevisíveis, enquanto os previsíveis devem estar no orçamento. Então a pasta alegou em seu pedido (obtido pela Folha) que o avanço da covid-19 no país este ano era “incerto” até o fim do ano passado. A visão foi sustentada por dois argumentos: o de que havia “perspectiva de imunização” da população e o de que o número de mortes estava caindo.

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A VACINAÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS VIROU UMA BAGUNÇA NO BRASIL

Líbero/Folhapress

Por Drauzio Varella

Tem cabimento vacinar terapeutas e personal trainers antes dos mais velhos, que representam 70% dos mortos?

Olha a bagunça que virou a vacinação contra o coronavírus.

Reconhecido como um dos maiores programas do mundo, ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) caberia coordenar a distribuição das vacinas e estabelecer regras rígidas para definir as localidades e os grupos que deveriam receber as primeiras doses disponíveis.

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IVERMECTINA NÃO FUNCIONA CONTRA COVID-19. E QUEM DISSE ISSO É A PRÓPRIA FABRICANTE MERK

A recomendação original de uso da ivermectina presente em bula é voltada para tratamento de infecções causadas por parasitas (Prefeitura de Itajaí)

Merck diz que não há evidência significativa de efeito do remédio contra o coronavírus e está preocupada sobre segurança da substância nesse contexto

Do Estado de S.Paulo/Via D.Total

A farmacêutica Merck, responsável pelo desenvolvimento do medicamento ivermectina, informou em comunicado nessa quinta-feira (4), que não há dados que sustentem o uso do remédio contra a Covid-19. A indicação da Ivermectina é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro e a substância é recomendada também em um aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Saúde com orientações de tratamento contra o novo coronavírus.

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CRÔNICA DE UM GENOCÍDIO ANUNCIADO. Por Frei Betto

O atual ministro, general Pazuello, não é médico, e pouco depois de ser empossado
admitiu que, até então, desconhecia o SUS (Tony Winston/MS)

Todo esse quadro necrófilo resulta da inoperância de um presidente e de um governo genocida

Tudo indica que o Brasil será o último país a ter a sua população imunizada contra a Covid-19 e, em breve, haverá de superar os EUA em número de mortos, devido ao descaso do governo Bolsonaro. Nesta terceira semana de janeiro, já temos mais de 212 mil vítimas fatais. A cada dia, mais de mil pessoas morrem contaminadas pelo coronavírus.

Bolsonaro sofre de tanatomania, tendência patológica de satisfação com a morte alheia. Agora a situação se agrava com a falta de oxigênio e leitos nos hospitais. Terrível paradoxo: falta oxigênio aos pacientes dos estados do Amazonas e do Pará, ambos na Amazônia, tida como pulmão do planeta. Muitos morrem por asfixia. E ironia do destino: Maduro, execrado pelo governo, reabastece o Amazonas de oxigênio.

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VACINAS: SURGE RESPOSTA À SABOTAGEM DO GOVERNO

Por Jamal Suleiman / Outras Palavras

Diante do flerte oficial com as fake news e da necessidade de ampla vacinação para imunidade coletiva, sociedade civil lança movimento de informação autônomo. E se houvesse, além disso, um Comitê Sanitário de Emergência?

Surgiu finalmente, após meses de negligência e sabotagem do governo Bolsonaro diante da pandemia de covid, uma referência alternativa. Lançado hoje, sob responsabilidade de uma coalizão de de organizações e movimentos que lutam pelo Direito à Saúde e em defesa do SUS, o site Todos pelas Vacinas busca alcançar um objetivo nem sonhado por um ministério de oficiais incompetentes e aproveitadores. Ele quer ampliar ao máximo a taxa de vacinação, para que o país alcance imunidade coletiva.

Na breve entrevista a seguir, o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas (SP), explica a iniciativa e seus possíveis desdobramentos (A.M.)

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