O VOTO EVANGÉLICO E O STF

Religião não pode ser critério para ocupação de nenhuma função pública

Por Cristina Serra

Na sessão de abril passado em que o Supremo Tribunal Federal, acertadamente, manteve o fechamento temporário de templos religiosos, o Brasil estava no pior momento da pandemia. Apesar disso, o advogado-geral da União, André Mendonça, que é pastor evangélico, defendeu a reabertura das igrejas em nome da liberdade de religião.

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O VÍRUS TAMBEM FREQUENTA IGREJAS

Kássio: fé dá direito a morrer mas não a mudar data de prova

Por Fernando Brito

Não se pede ao ministro Kássio Nunes Marques inteligência ou compaixão cristã.

Afinal, aceitou a bênção de um genocida para sentar-se numa cátedra do Supremo Tribunal Federal.

Mas aceite, ao menos, ser apontado como autor, no Sábado de Aleluia, de uma traição a seus próprios princípios.

Há três meses, Kássio votou contra a obrigação de que um governo municipal mudasse a data de um concurso para atender a uma objeção de candidato que, por razões religiosas, alegava não poder fazer prova num sábado.

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O PAPEL CENTRAL DE FACHIN NA REMILITARIZAÇÃO DO PAÍS. Por Luis Nassif

Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, em foto de arquivo
Foto: Rosinei Coutinho – 20.abr.2017/SCO/STF

Originalmente publicado por Jornal GGN

Quando o general Villas Boas publicou seu tuíte, na véspera de uma votação relevante de um caso envolvendo Lula, com óbvia intenção de pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF), apenas o Ministro Celso de Mello reagiu. Relator do caso, Luiz Edson Fachin se calou. Agora se manifesta, com uma indignação tardia.

O que estaria por trás disso? Simples: a manifestação de Villas Boas vinha em apoio ao próprio Fachin, peça central da operação para tirar Lula das eleições. Visava intimidar os demais Ministros, Carmen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli.

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QUE VERGONHA, EXCELÊNCIAS!

Ainda nem temos vacinas aprovadas e liberadas, e STF e STJ já estavam prontos para furar a fila da imunização

Por Cristina Serra

No Brasil, existem cidadãos comuns, como você, leitor, e eu. E existem castas, como o Judiciário, sustentadas com o dinheiro dos nossos impostos e adubadas com privilégios e mordomias que ofendem o simples bom senso. Ainda nem temos vacinas aprovadas e liberadas e suas excelências do STF e do STJ já estavam prontas para furar a fila da imunização. As duas mais altas cortes enviaram os pedidos à Fundação Oswaldo Cruz, que os rechaçou.

Num momento de emergência sanitária e com autoridades incompetentes no comando da saúde dos brasileiros, as maiores instâncias do Judiciário deveriam ser as primeiras a dar o bom exemplo e aguardar sua vez na escala de prioridades, a ser definida de acordo com critérios científicos e levando-se em conta a vulnerabilidade de grupos mais expostos ao vírus. Mas as cúpulas do Judiciário preferiram se orientar pelo adágio mesquinho: farinha pouca, meu pirão primeiro. O que me lembra também o salve-se quem puder da primeira classe no convés do Titanic.

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STF FINALMENTE REAGE

Ministro Alexandre de Moraes (IMAGEM: Direito News)

Por Fernando Canzian

“Vagabundos” do STF finalmente reagem à violência de Bolsonaro

A decisão de um ministro do STF de obrigar Abraham Weintraub a prestar depoimento à Polícia Federal e levantar indícios de seis delitos que podem levar o ministro da Educação à prisão precisa ser levada às últimas consequências.

É fundamental também que se vá a fundo nas apurações da PF e de demais autoridades no inquérito das fake news, instrumento de políticos e empresários bolsonaristas para atacar o STF e outras instituições.

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O “AMIGO OCULTO” DO MINISTRO MARCO AURÉLIO

Postado por Valentin Ferreira

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio Mello, que nesta quarta-feira (19), suspendeu em caráter liminar todas as prisões de condenados em segunda instância, afirmou que apenas o plenário do STF pode derrubar a decisão.

Para Marco Aurélio, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo, não pode revogar a liminar. Apenas o colegiado de 11 ministros teria essa autoridade.

Desde as 15h, o STF está em recesso e é o presidente da corte, ministro Dias Toffoli, que está de plantão.

O ministro Marco Aurélio concedeu a liminar na ADC (Ação Declaratória de Constitucionalidade) 54, que trata do artigo 283 do Código de Processo Penal.

Do Blog da Cidadania

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