ÓRFÃO DE TRUMP, BOLSONARO SOBE NA PRANCHA E TEM OS DIAS CONTADOS

Por Ricardo Melo

Houve muita gente que apostou em Jair Bolsonaro como vacina contra os avanços sociais das gestões do PT. O dinheiro gordo; tucanos arrepiados; a escumalha parlamentar de sempre e a chusma de fanáticos que existe em qualquer país.

Essa mescla de interesses tinha por trás o apoio do grande capital financeiro, o americano principalmente. Bolsonaro foi eleito com base numa fraude digital gigantesca, arquitetada por gente como Steve Bannon, o Olavo de Carvalho de Donald Trump. Impediram Lula de concorrer às eleições com a ajuda do serviçal Sergio Moro.

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AQUI JAZ A LAVA JATO, Por Guilherme Boulos

Imagem: Reprodução

Nem Dallagnol, com seu power point, nem Moro, compareceram ao funeral

Sem choro nem vela. O encerramento silencioso da força-tarefa de Curitiba, na semana passada, marcou um final melancólico para a Lava Jato. Nem Dallagnol com seu power point nem Sergio Moro sob os holofotes: ninguém compareceu ao funeral.

A história, sempre irônica, pregou mais uma de suas peças. Coube a Bolsonaro, que se elegeu graças à Lava Jato, selar o fim da operação. Com seu cinismo habitual, disse que resolveu acabar com ela porque “não tem mais corrupção no governo”.

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MORO: CANDIDATÍSSIMO À SUSPEIÇÃO.

SERGIO MORO, ENTÃO MINISTRO DA JUSTIÇA, EM SEMINÁRIO EM BRASÍLIA

Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski dizem que ex-juiz da Lava Jato agiu politicamente antes das eleições de 2018. Julgamento que pode anular caso tríplex que condenou Lula deve ocorrer até outubro

A segunda turma do Supremo Tribunal Federal determinou na terça-feira (4) que a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci seja excluída de uma ação penal que acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de receber um terreno da empreiteira Odebrecht como propina. A área seria usada para construir um novo prédio para o Instituto Lula.

Por dois votos a um, o colegiado entendeu que o ex-juiz Sergio Moro, que conduzia o caso do terreno na 13ª vara federal de Curitiba, não poderia ter incluído a colaboração de Palocci aos autos do processo seis dias antes do primeiro turno das eleições de 2018. O ato, segundo os votos de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, criou um fato político que influenciou o pleito.

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MORO E DALLAGNOL, CÔNSULES DOS EUA

Por Jeferson Miola em seu blog

Nossa influência aqui é muito maior do que nossas pegadas

Liliana Ayalde, Embaixadora dos EUA no Paraguai e depois no Brasil, em telegrama ao Departamento de Estado [2009] vazado pelo wikileaks.

As provas documentais dos laços da Operação Lava Jato com o FBI trazidas a público pelo Intercept e Agência Pública [1/7] corroboram as suspeitas que veículos da imprensa independente aventavam pelo menos desde o final de 2014/início de 2015.

À época, Carta Maior, GGN, Brasil247, DCM, Viomundo e outras publicações lançavam suspeitas acerca da atuação de agências e órgãos do governo dos EUA por trás dos propósitos que moviam a Lava Jato e os movimentos de extrema-direita surgidos em 2013.

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