“BELEZA OCULTA”: UM FILME QUE FAZ PENSAR. E SE EMOCIONAR

Will Smith e Helen Mirren numa das cenas do filme, que tem no elenco: Edward NortonKeira KnightleyMichael PeñaNaomie HarrisJacob LatimoreKate Winslet.

O filme conta a historia de Howard, personagem do Will Smith que entra em depressão após a morte de sua filha.

Howard é dono de uma agencia de publicidade junto com mais três sócios, Claire (Kate Winslet), Simon (Michael Peña) e Whit (Edward Norton).

Foram dois anos difíceis, Howard se afasta de agencia e de seus amigos, não vê mais sentido na vida, nada mais tem importância, existe uma falta de iniciativa, está apático e imerso no vazio depressivo. (Fonte) Abaixo, o Trailer.

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NÃO SE MATE EM VIDA, A MORTE JÁ É CERTA

Por Ana Santana / Pensar Contemporâneo

Conversando com uma amiga, em uma dessas conversas loucas, mas que fazem todo o sentido, falávamos de como a vida é curta para deixarmos de falar o que sentimos, guardar mágoas, prendermo-nos a pessoas que em nada nos acrescentam e, o que norteia o meu texto de hoje, falávamos em como a vida é curta demais para a gente viver em prol do trabalho, estudo, dinheiro (…)

Sim, é obvio que todos nós temos objetivos de vida. Uns querem comprar aquele carro tão sonhado, outros a casa própria, muitos sonham em ter o seu diploma de nível superior, tantos outros querem trocar a tevê, o som, a moto, o celular (…). São muitos os objetivos a serem alcançados a curto e longo prazo. Somos humanos, é normal e necessário (talvez) que tenhamos alguma conquista material em vista. Mas eu não concordo com a forma como muitas pessoas andam fazendo.

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MEDO DA MORTE NA PANDEMIA OFERECE UMA CHANCE DE RECONSIDERAR A VIDA, DIZ PROFESSOR DE FILOSOFIA

Pedro Duarte,professor de filosofia da PUC-Rio, prepara o livro “A Pandemia e o Exílio do Mundo” (ed. Bazar do Tempo), do qual este ensaio faz parte

Professor de filosofia analisa a sensação de medo da morte e de angústia intensificada nos últimos meses pelo coronavírus, o que nos leva a pensar na finitude da vida e em nossa liberdade no mundo, no significado do que fazemos e queremos, processo no qual a escrita tem papel essencial de dar forma ao que vivemos e anunciar o que está por vir.

“Para mim, em breve, será só escuridão.” Essas foram as palavras que Sérgio Sant’Anna escolheu para terminar seu conto publicado na Folha no dia 26 de abril. O texto recorda um treino de futebol do seu amado Fluminense nos anos 1950 e impressiona pelos detalhes. O golpe de mestre, entretanto, está no narrador: a trave. Quem nos conta o conto é a trave do gol.

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A CIVILIZAÇÃO EXIGE RESPEITO PELA MORTE

O professor e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro – Foto de Mathilde Missioneiro – 4.fev.20/Folhapress

Por Renato Janine Ribeiro

Como muitos brasileiros, fiquei chocado com a cena de um restaurante em Gramado (RS), curiosamente chamado “Divino”, no qual um cliente e três garçons se exibiram dançando o meme do caixão, conforme noticiou a Folha na terça-feira (12). Também impressionou ver, nas manifestações pró-governo, gente simulando defuntos para brincar com a morte, obviamente, alheia. E jamais imaginei que uma atriz famosa, hoje secretária nacional de Cultura, se recusaria a prantear os colegas artistas mortos e, pensando só em si mesma, diria que está “leve, viva!”.

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A CÂMARA E O SENADO NÃO SÃO LUGARES PARA DECIDIR SOBRE AGROTÓXICOS, Por Jânio de Freitas

Postado por Valentin Ferreira

Um Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional, é uma verdadeira bomba de efeito retardado. Caso aprovado, iremos ingerir muito mais veneno do que ingerimos atualmente. Abaixo o artigo de Jânio de Freitas na Folha hoje.

Fabricantes e ruralistas tentam aprovação de nova legislação para determinar o que podemos ingerir

A Câmara está discutindo nova legislação para determinar os agrotóxicos que devemos ingerir, sem saber, daqui para a frente. Até o fim do mês, fabricantes e ruralistas vão tentar a aprovação que não conseguiram, a meio da semana passada, sob fortes confrontos na comissão especial do assunto.

A incidência de câncer, apesar dos avanços da medicina e da pesquisa, cresce como um genocídio contra a natureza humana. As causas desse crescimento são muito imprecisas, para não as dizer desconhecidas. Mas são bem conhecidos os potenciais efeitos cancerígenos, entre outros também maléficos, do uso de agrotóxicos na agricultura, na pecuária e no  desmatamento. Veja Também

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