É POSSÍVEL MUDAR

Nós, seres humanos, somos seres que variam, nos moldamos de acordo com as experiências vividas. Quanto mais experiências boas, mais crescemos e nos desenvolvemos, porém, se passamos por momentos negativos, acumulamos insegurança. Muitos se prendem a frases como: “Sou assim e não posso mudar”, “Nasci assim, e nessa altura do campeonato, ninguém é capaz de me mudar”.

Todos podemos mudar, mas para isso é necessário levar em conta dois pontos importantes:

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PANDEMIA: É A HORA DA VERDADE PARA O NOVO CAPITALISMO

Pandemia obriga as corporações a demonstrar seu compromisso com a sociedade além dos acionistas

Sêneca dizia que a adversidade é ocasião de virtude”

Por María Fernándes /El Pais

Tente se esquecer do coronavírus e olhar para trás. Para 24 de junho de 2019. Nesse dia, o The New York Times publicou uma carta assinada por bilionários como George Soros, Chris Hughes (um dos fundadores do Facebook) e muitos outros pedindo um imposto (moderado) à riqueza. Larry Fink, o diretor da BlackRock e teoricamente o homem mais poderoso do mercado, há dois anos fala que as corporações devem pensar não só nos acionistas, e sim “nos funcionários, nos clientes e nas comunidades em que operam”. Milhares de empresas ficaram desde então repetindo que conseguir valor ao acionista não é seu único objetivo. Pois bem, chegou a hora da verdade. A resposta a essa crise será diferente da de 2008? As empresas se lembrarão, dentro de sua margem de ação, desses “grupos de interesse”?

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NÃO DESAFIE O QUE VOCÊ NÃO PODE CONTROLAR

Coronavírus anuncia revolução no modo de vida que conhecemos

Por Domenico de Masi (Folha)

Sociólogo italiano narra situação dramática em seu país e argumenta que as imposições em decorrência da pandemia, como o trabalho em casaa solidariedade e o papel da esfera pública, demonstram que é possível e desejável mudar a lógica mercadista da economia e criar modos de viver mais racionais e proveitosos para o mundo contemporâneo.

A Itália de onde escrevo, um dos países mais vivazes e alegres do mundo, é hoje apenas um deserto. Cada um dos seus 60 milhões de habitantes acha que é imortal, que o vírus não o tocará, que irá matar não ele mas alguma outra pessoa. Porém, no silêncio do seu coração, cada um sabe que essa ilusão é pueril e que essa pandemia misteriosa, abstrata e tangível ao mesmo tempo, escolhe suas vítimas ao acaso, como numa roleta russa.

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“AS REDES SOCIAIS SÃO UMA ARMADILHA PARA A SOCIEDADE”

“Está sozinho ou se sente sozinho ?”

Por ALEJANDRO TOVAR

Coisas que você pode fazer para superar a solidão

O poeta espanhol Gustavo Bécquer dizia que “a sociedade é muito linda quando se tem alguém para dizer isso”. Uma reflexão nua e crua quando o Instagram se enche de férias, eventos sociais e diversões alheias. Algo acontece. Talvez o tempo tenha feito você se desconectar daqueles que antes chamava de amigos. Ou as obrigações, as mesmas que acabaram com sua união anterior, tenham impedido que você encontre um novo par. O certo é que, ultimamente, você se sente muito só. E, como você, até uma em cada quatro pessoas nas cidades. Inclusive as que estão sempre rodeadas de gente. Essa solidão não escolhida provoca mais do que dor. Segundo “uma análise de 70 estudos com mais de três milhões de participantes, [a solidão] aumenta as probabilidades de mortalidade em até 29%, aproximadamente o mesmo que a obesidade”, escreveu John T. Cacioppo, catedrático de Psicologia da Universidade de Chicago e autor do livro Loneliness (Solidão).

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ENCRUZILHADAS DA VIDA: SABER ENCARAR AS MUDANÇAS

Postado por Valentin Ferreira

Momentos de transição são inevitáveis. Alguns são anunciados (um nascimento, uma rescisão de contrato de trabalho). Outros chegam de modo inesperado (uma doença, um encontro romântico). Às vezes, as mudanças nos desviam brutalmente do caminho que estávamos seguindo. Elas nos desestabilizam e nos mergulham na desorientação psíquica. Mas uma coisa é certa: É ao largar o que é antigo que finalmente poderemos receber o novo.

Por Pascale Senk – Le Figaro Santé / do Blog Luispellegrini.

Com a evolução da sociedade, as mudanças de trajetória são cada vez mais frequentes. É o que constata a psicanalista e coach Luce Janin-Devillars, autora de «Estar melhor no trabalho» (Editora Michel Lafont). «Hoje, os conceitos de sustentabilidade emocional, familiar ou profissional não existem mais. Ao casar, muitos casais sabem que provavelmente irão se divorciar, ela observa. Devemos estar prontos para viver muitas vidas em uma única existência!»

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