TAIGURA: O CANTOR MAIS CENSURADO PELA DITADURA

Taiguara teve cerca de 70 músicas censuradas pela ditadura militar, sendo o cantor mais censurado durante o período da ditadura militar. Durante o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, o cantor fez bastante sucesso com músicas como “Universo Do Teu Corpo”, “Hoje”, “Que As Crianças Cantem Livres”, “Helena, Helena, Helena”, entre tantas outras, além de seu disco “Imyra, Tayra, Ipy” é considerado como um dos discos mais criativos de toda a música brasileira.

Por Bruno Ascari / You Tube

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MORRE RENATO BARROS, LÍDER DA BANDA RENATO E SEUS BLUE CAPS, AOS 76 ANOS

Renato Barros, vocalista do Renato e Seus Blue Caps (Arquivo Pessoal) Sucesso na época da Jovem Guarda, cantor recebe homenagens de outros artistas nas redes sociais

Renato Barros, líder do grupo Renato e seus Blue Caps, morreu nesta terça-feira (28). A informação foi divulgada por sua filha, Erika Barros, que prestou uma homenagem ao pai no Instagram.

“Agora, definitivamente, meu pai é uma estrela, e eu tenho certeza que estará olhando sempre por mim, minha irmã e suas netas. Vai ser difícil acostumar ficar sem você, pai. Mas Deus sabe de todas as coisas. Te amo muito. Você foi o melhor pai do mundo”, escreveu.

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ANÁLISE DA LETRA “TODA FORMA DE PODER” DA BANDA ENGENHEIROS DO HAVAÍ

“Toda forma de poder” é uma música da banda Engenheiros do Hawaii, lançada em 1986, no álbum “Longe Demais das Capitais”. A letra, de cunho político, faz uma crítica aos governos e, como diz o próprio título, à “toda forma de poder”. 

O que chama a atenção nessa música é que, logo no primeiro verso da letra, faz-se uma crítica à linguagem usada pelos políticos/governantes/pessoas importantes, algo que, como será mostrado, chama-se “novilíngua”; ao mesmo tempo, depois, essa mesma estratégia é usada pelo próprio eu-lírico.

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ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO: ANUNCIAÇÃO

Do YouTube

Em 2015, o espetáculo foi consagrado com o Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Com participação do cantor e compositor, Valencianas tem arranjos assinados pelo violinista da Orquestra, Mateus Freire, paraibano, que teve o cuidado de preservar e não descaracterizar a essência da obra de Alceu, com seu compromisso permanente com a cultura popular nordestina. O espetáculo começou a ser preparado em 2010, quando o maestro e o compositor foram apresentados, em Ouro Preto, por um amigo em comum, depois produtor do espetáculo, Paulo Rogério Lage, que há tempos planejava proporcionar contornos orquestrais ao cancioneiro de Alceu.

E Alceu Valença celebra o encontro com a Orquestra. “Num mundo dominado pela indústria do entretenimento, onde tudo é dinheiro e há pouco sentimento, a música de concerto é uma forma de transcendência. Este projeto representa uma nova vertente na minha carreira”, celebra o homenageado. (informações do Teatroalfa)

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“AMANHÃ MESMO QUE UNS NÃO QUEIRAM SERÁ DE OUTROS QUE ESPERAM”…

Do YouTube

Guilherme Arantes é um dos poucos pianistas brasileiros a integrar o hall da fama da secular fabricante teuto-americana de pianos Steinway & Sons, estando em companhia de nomes como Guiomar NovaesFranz LisztGeorge Gershwin e Duke Ellington.[1][2]

Guilherme contribuiu decisivamente também para o surgimento do fenômeno new wave no Brasil, em 1981, assinando aquela que é considerada a primeira música do gênero no país: “Perdidos na Selva“.[3]

É reconhecido como um grande hitmaker, emplacando sucessos na sua própria voz e nas de inúmeros outros artistas tais como Caetano VelosoMaria BethâniaNando ReisElis ReginaRoberto CarlosBelchiorGal Costa e MPB4.(Wikipedia)

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