“GERAÇÃO DIGITAL”: POR QUE, PELA 1ª VEZ, FILHOS TÊM QI INFERIOR AO DOS PAIS

Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget

Por Irene Hernández Velasco / BBC Mundo

A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

“Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.

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OITO EXERCÍCIOS SIMPLES PARA TREINAR OS NEURÔNIOS

Oito atividades simples para treinar e manter a massa cinzenta em boa forma. Porque alguns minutos diários de dedicação são suficientes para ativar os neurônios. A chave é decidir fazê-los.

Por Pilar Jericó / El Pais

Se queremos ter uma vida saudável, precisamos de um cérebro ativo. Fazer aniversário significa ir perdendo algumas faculdades. À medida que envelhecemos, fica mais difícil memorizar números de telefone e, às vezes, não vem à cabeça aquela palavra exata que queremos dizer. A memória, a atenção e a capacidade de concentração e expressão são algumas das habilidades afetadas com o passar do tempo. No entanto, existem boas notícias. Nas últimas décadas, a neurociência está demonstrando que nós todos, em qualquer idade, podemos realizar um treinamento cognitivo que nos ajude a manter nossa massa cinzenta mais jovem. 

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O SILÊNCIO QUE NOS CURA

O silêncio está se revelando um antídoto fundamental de prevenção, por exemplo, em distúrbios mentais como a depressão ou na doença de Alzheimer

Por Juan Arias

Neurocientistas, estudiosos dos mecanismos cerebrais, estão descobrindo a dimensão terapêutica do silêncio. Dizem que, em contraposição ao ruído, o silêncio está se revelando um antídoto fundamental de prevenção, por exemplo, em distúrbios mentais como a depressão ou na doença de Alzheimer. E no bem-estar geral do organismo, a começar com um sono melhor e mais profundo.

E esses mesmos especialistas na dinâmica do cérebro e da memória alertam, por sua vez, para a falta de espaços de silêncio em nossa civilização do ruído, à qual se acrescentou o estrondo das redes sociais. O silêncio hoje se esconde, envergonhado, nos nichos dos que estão descobrindo suas vantagens para o corpo e para a alma.

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COMO A ORDEM DE NASCIMENTO INFLUI NA PERSONALIDADE DE SEUS FILHOS

Postado por Blog do ValentinFrase “criei meus filhos igualmente” não é verdadeira. Cada criança tem necessidades diferentes

Por Mario Fernándes Sanchez / El País

Imaginemos uma família de caçadores coletores de 25.000 anos atrás. Seu modo de vida é ir de um local a outro pela savana africana sobrevivendo do que caçam e encontram, incluindo carniça. No momento de sobreviver e evoluir, o que é melhor? Ter três filhos do mesmo caráter competindo para ver quem caça melhor? Ou ter um filho bom caçador, outro bom observador da natureza que saiba qual planta e fruta são comestíveis e outro filho muito amável e dotado para as relações com outros grupos de caçadores aos quais possa pedir e trocar comida na escassez? A natureza promove a variedade nas personalidade dos filhos em todos os níveis. É uma garantia da sobrevivência da espécie.

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QUEM NÃO GOSTA DE “MÚSICA” BOM SUJEITO NÃO É

Sensações provocadas pela música podem ter origem cultural ou neurológica

Por Valentin Ferreira

Com o devido pedido de perdão a Dorival Caymmi, autor da letra “O samba da minha terra” de onde se extrai uma das frases mais singulares: “quem não gosta de samba bom sujeito não é”, tomei emprestada para dar o título a essa matéria.

A música é parte da vida. E para muitas vidas, fonte de inspiração para outras formas de arte, e muito mais! “A música é uma coisa que a gente costuma pensar do ponto de vista das ciências humanas, como produto cultural. Mas o impulso de fazer música é universal, caracteriza o ser humano assim como a linguagem, o falar”, explica  Patrícia Vanzella Coordenadora do projeto Neurociência e Música, da UFABC, que concedeu excelente entrevista ao  Nexo Jornal, que reproduzo abaixo.

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“TEMOS DE ENSINAR NOSSAS CRIANÇAS A TER EMPATIA PELOS OUTROS E PELO MUNDO”:or Daniel Goleman

Por Valentin Ferreira / Via Blog do Gilson Filho     

Estudos mostram que nossa mente divaga cerca de 50% do tempo. De acordo com a neurociência, os circuitos cerebrais para  desenvolvemos a autocontrole e a empatia são desenvolvidos ao longo da infância e da adolescência. Por essa razão, o psicólogo Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional e pesquisador de Harvard, e o professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Peter Senge, se uniram para escrever Foco Triplo: uma nova abordagem para a educação (editora Objetiva).

Nele, defendem que a escola e a sociedade devem ajudar as crianças e os jovens a desenvolverem o foco em diferentes esferas para que elas estejam aptas a viver bem no mundo moderno e a tomar decisões que ajudem a preservar esse mundo. Daniel Goleman conversou com ÉPOCA sobre o novo livro.

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