ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO EM MASSA,segundo Noam Chomsky

Postado por Valentin Ferreira

“Como temos tanta informação, mas sabemos tão pouco?”
-Noam Chomsky-

Por A Mente é maravilhosa

Noam Chomsky ficou conhecido como linguista, mas também é filósofo e cientista político. Ao mesmo tempo, se tornou um dos principais ativistas das causas libertárias.Seus textos circularam pelo mundo e não param de surpreender os leitores.

Chomsky elaborou um texto didático no qual sintetiza as estratégias de manipulação em massa. Suas reflexões a respeito disso são profundas e complexas. No entanto, para fins didáticos, ele resumiu tudo em princípios simples e acessíveis a todos.

1. A distração, uma das estratégias de manipulação em massa

Segundo Chomsky, a mais recorrente das estratégias de manipulação em massa é a distração. Consiste, basicamente, em direcionar a atenção do público para temas irrelevantes ou banais. Desta forma, eles mantêm as mentes das pessoas ocupadas.

Para distrair as pessoas, as deixam cheias de informações. Dá-se uma importância excessiva, por exemplo, a eventos esportivos. Também aos shows, aos programas de TV, etc. Isso faz com que as pessoas percam de vista quais são seus reais problemas.

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A INDEPENDÊNCIA DO JORNALISMO

Postado por Valentin FerreiraReprodução36WhatsApp

Uma imprensa verdadeiramente independente oferece aos cidadãos uma plataforma para o debate e a discussão das questões que lhes dizem respeito

Mark Twain disse que “é pela bondade de Deus que, em nosso país, temos essas três coisas indescritíveis e preciosas: liberdade de expressão, liberdade de consciência e a prudência de nunca pôr em prática nenhuma delas”.

Em sua introdução inédita à Revolução dos Bichos, dedicada à “censura literária” na Inglaterra livre, George Orwell acrescentou uma razão para esta prudência: há, escreveu, um “acordo tácito de que ‘não cairia bem’ mencionar esse fato particular”. O acordo tácito impõe uma “censura velada” baseada em “uma ortodoxia, um conjunto de ideias supostamente aceitas sem questionamento por todas as pessoas razoáveis”, e “quem desafiar a ortodoxia predominante será silenciado de forma surpreendentemente eficaz” mesmo sem “qualquer veto oficial”.

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