“FALSOS MEIOS DE PREVENÇÃO SÃO O PIOR TIPO DE FAKE NEWS SOBRE CORONAVÍRUS”

Após confirmação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, pessoas usam máscaras nas ruas de São Paulo

Do Deutsche Welle

Em entrevista, brasileira que coordena equipe internacional de checagem de notícias falsas sobre o novo vírus pede cautela com o que é compartilhado e recomenda não ficar apenas dentro da própria bolha nas redes sociais.

Menos de 24 horas após a confirmação do primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus no Brasil, o número de ocorrências de pessoas suspeitas de terem contraído o vírus no país saltou de 20 para 132, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (27/02). À medida que aumentam as suspeitas, cresce também o volume de informações circulando sobre o vírus, muitas delas falsas.

Continue Lendo

OS ROBÔS DO WHATSAPP QUE COMEM MUITA GENTE PELAS BEIRADAS

Postado por Blog do Valentin

Por Deutsche Welle

Whatsapp baniu 400 mil perfis na campanha eleitoral de 2018

Documento enviado pelo aplicativo de mensagens à CPMI que investiga a disseminação de notícias falsas nas eleições de 2018 diz que banimentos são decididos pelo comportamento das contas e não pelo conteúdo.

O aplicativo de mensagens Whatsapp relatou à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga a disseminação de notícias falsas na campanha eleitoral de 2018, ter banido mais de 400 mil contas no Brasil entre os dias 15 de agosto e 28 de outubro de 2018, quando ocorreu o segundo turno das eleições presidenciais.

Em documento enviado à CPMI na semana passada, a rede social afirma que as contas foram banidas em razão de violações aos termos de serviço do aplicativo.

Continue Lendo

ESTUDO MOSTRA COMO AJUDAR CRIANÇAS A DISTINGUIR NOTÍCIAS FALSAS

Postado por Valentin Ferreira

Como distinguir entre uma notícia falsa e uma verdadeira? A tarefa pode ser relativamente simples para um adulto, e ainda assim dependerá de fatores como escolaridade, nível de formação crítica e capacidade de interpretação. E se quem tiver que fazer essa distinção for uma criança? Com tantas ferramentas online disponíveis, a disseminação de conteúdos – verdadeiros ou falsos – acontece a uma velocidade impossível de ser medida e os jovens são tão impactados nesse sentido quanto os adultos.

Uma pesquisa realizada pela Common Sense Media, uma organização norte-americana sem fins lucrativos que se dedica a ajudar pais e educadores a ensinar às crianças o uso positivo dos meios digitais, apontou que os jovens acham importante o consumo de notícias, mas que nem sempre se veem representados nelas. O estudo News and America’s Kids: How Young People Perceive and Are Impacted by the News foi feito com 853 crianças entre 10 e 18 anos e indica que menos da metade dos entrevistados consegue distinguir entre uma notícia falsa e uma verdadeira.

Continue Lendo

90% DOS ELEITORES DE BOLSONARO ACREDITARAM EM FAKE NEWS, DIZ ESTUDO

Postado por Valentin Ferreira

Da Folha S.Paulo

Estudo da organização Avaaz  apontou que 98,21% dos eleitores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foram expostos a uma ou mais notícias falsas durante a eleição, e 89,77% acreditaram que os fatos eram verdade.

A pesquisa, realizada pela IDEA Big Data de 26 a 29 de outubro com 1.491 pessoas no país, analisou Facebook e Twitter.

“As fake news devem ter tido uma influência muito grande no resultado das eleições, porque as histórias tiveram alcance absurdo. A informação das fraudes em urnas eletrônicas com o intuito de contabilizar votos para Fernando Haddad, do PT, alcançou 16 milhões de pessoas nas redes sociais 48 horas após o primeiro turno e a notícia continuou viva no segundo turno”, afirma o coordenador de campanhas da Avaaz, Diego Casaes.

Continue Lendo

COMO RECONHECER UMA NOTÍCIA FALSA PARA NÃO COMPARTILHAR MENTIRAS

Postado por Valentin FerreiraA Atriz Patrícia Pillar tem sido frequentemente envolvida em ‘fake news’
Um passo a passo de checagem para não cair em truques feitos para ganhar cliques ou influenciar as eleições

Em época de eleições polarizadas, espalhar boatos (as famosas fake news) se tornou uma estratégia comum para confundir e influenciar os resultados. É só abrirmos as redes sociais e lá está aquele áudio, texto, foto, vídeo customizado para provar nossa ojeriza por determinado candidato ou alimentar nossa preferência por outro.

Essa guerra de informações não é novidade. Em 2016, mentiras criadas e espalhadas por motivação política e econômica influenciaram —em que medida ainda é um debate— a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas. Essas matérias inventadas chamam a nossa atenção por serem sensacionalistas (exemplo: Clinton vendeu armas ao Estado Islâmico ou Pablo Vittar vai ter um programa infantil na TV Globo), mas também por dialogarem com nosso desejo (muitas vezes oculto) de que determinada mentira seja verdade.

Continue Lendo