A POBREZA MUDA O CÉREBRO

As pessoas mais pobres estão expostas a uma falta de recursos de vários tipos: educacionais, nutricionais, de lazer… Tudo isso age como um obstáculo para o desenvolvimento do cérebro, sendo um empecilho para o desempenho cognitivo.

Mecanismos por meio dos quais a pobreza muda o cérebro

Embora os mecanismos que operam para que a pobreza mude o nosso cérebro não sejam conhecidos com precisão, os possíveis candidatos para formar essa lista são vários. Esses fatores agiriam em conjunto, somando negativamente o efeito de cada um.

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A FARSA DOS SUPERALIMENTOS

Postado por Valentin Ferreira

Do El País Brasil

Quinoa, bagas de goji, açaí, sementes de chia, chá de maçã, óleo de coco, espirulina, couve ou espelta: cada vez mais produtos de nome estranho e procedência quase sempre exótica se amontoam nas prateleiras de lojas de alimentação e supermercados. Estes são alguns dos chamados superalimentos, segundo especialistas, uma categoria criada mais pelo marketing e as redes sociais do que pela comunidade científica. É frequente ver na Internet supostas propriedades benéficas com efeitos miraculosos para a saúde atribuídas a esses produtos. Mas na grande maioria dos casos não há evidências científicas que confirmem essas virtudes. Os nutricionistas dizem que nenhum produto em si pode ser um superalimento e que uma dieta saudável tem de ser equilibrada e variada. Eles concordam em que alimentos saudáveis são abundantes em nosso ambiente habitual e não é necessário procurá-los do outro lado do mundo.

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O BRASILEIRO ESTÁ PERTO DE SABER O QUE REALMENTE COME

Postado por Valentin Ferreira

Ter acesso a informações claras e precisas é um direito, principalmente quando está em jogo a saúde e o bem-estar

Por Ana Paula Bortoletto / Nexo Jornal

No fim de maio de 2018, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), condutora de um processo regulatório que visa atualizar as normas de rotulagem nutricional em vigor no Brasil, publicou seu primeiro parecer público sobre o tema. Trata-se do Relatório Preliminar da AIR (Análise de Impacto Regulatório), apresentado em reunião da Diretoria Colegiada.

Alinhado com a proposta apresentada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) em parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), o relatório prevê, entre outras coisas, a inclusão de alertas na parte da frente das embalagens de alimentos que advertem o consumidor sobre a presença em excesso de sódio, açúcares e gorduras saturadas. Esses nutrientes muitas vezes são camuflados em ingredientes indecifráveis e tabelas nutricionais quase invisíveis e incompreensíveis.

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