NEW YORK TIMES E THE ECONOMIST EXPÕEM AS FALCATRUAS DA LAVA JATO

Por Esmael Moraes

  1. Jornal americano volta a denunciar que Moro e procuradores de Curitiba “transformaram uma simples força-tarefa em uma entidade acima da lei”
  2. Revista inglesa deixa claro que Moro foi imparcial com o objetivo de tirar Lula das eleições de 2018
  3. Governo Bolsonaro não tem compromisso com o combate à corrupção.
  4. No começo de fevereiro, o New York Times expôs ao mundo a farsa representada pela Operação Lava Jato. No dia 9 daquele mês, o jornal estadounidense publicou artigo de Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina do Instituto de Estudos Políticos de Paris, que não mediu palavras ao descrever as ações tomadas por Sergio Moro e os procuradores de Curitiba. Segundo o renomado cientista político, a Lava Jato foi vendida “como a maior operação anticorrupção do mundo”, mas se revelou, mais tarde, “o maior escândalo judicial da história”.
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O CAVALEIRO DA HIPOCRISIA

Charge por Aroeira

Por Fernando Brito

Não é para qualquer um, não.

Ser chamado de “hipócrita” no The New York Times é realmente algo no padrão Sergio Moro, como acontece hoje, num artigo de Gaspard Estrada, diretor executivo do Observatório Político para a América Latina e o Caribe da Universidade Sciences Po, em Paris.

Para ele, Moro meteu-se num “terreno pantanoso” ao deixar o governo Bolsonaro e passar a atacar o presidente, mas na sua “mudança repentina do ministro estelar de Bolsonaro para seu perseguidor, há um paradoxo de que os brasileiros não devem perder de vista”:

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POR QUE OS EUA ACEITAM MADURO(VENEZUELA) E NÃO INTERVÊM MAIS, SEGUNDO O “NYT”

Postado por Valentin Ferreira / da Folha SP

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Domingo à noite, a home page e o aplicativo do “New York Times” não faziam referência à Venezuela.

A explicação era encontrada em longa reportagem do mesmo “NYT”, publicada antes, ouvindo autoridades anônimas e mostrando por que os Estados Unidos não intervêm. Diz o jornal:

— O efeito poderia ser um conflito mais violento ou mesmo um golpe militar. E as ondas de choque em todo o hemisfério poderiam criar mais complicações para o governo americano no momento em que tenta se concentrar na Coreia do Norte e Irã.

Mais importante, haveria “danos colaterais aos EUA”, como “aumentar o preço da gasolina e reduzir o lucro de várias grandes refinarias”, além de “forçar Chevron, Philips e outras a importar petróleo com custos maiores” de países distantes.

E o preço do petróleo também saltaria em todo o mundo, “reforçando as economias da Rússia e do Irã”.

Reprodução
No 'Financial Times', soldados ocupam Rio

GUERRA À BRASILEIRA

No “Financial Times”, com a foto acima, “Brasil manda soldados para combater onda de crimes no Rio”, destacando a quantidade, 8.500.

Explica que “o Rio está no centro de um mal-estar profundo que aflige a economia” do país,

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