ALEXANDRE GARCIA: EXEMPLO DE IRRESPONSABILIDADE PARA A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Foto: YouTube/Reprodução

Por: Alexandre Freita Campos/ Observatório da Imprensa

Muito já se falou sobre o papel do jornalismo científico e dos jornalistas para a difusão de informação precisa e de qualidade, principalmente desde o ano passado, quando o enfrentamento à pandemia reforçou a discussão sobre a importância da divulgação científica. Dependendo da gravidade da situação, informações equivocadas ou mentirosas podem até matar, e, lamentavelmente, alguns profissionais do jornalismo parecem não se dar conta da responsabilidade que possuem e, em vez de combaterem as notícias falsas, são eles próprios quem as disseminam.

Mas será que agem assim somente por desconhecimento? O vídeo publicado pelo jornalista Alexandre Garcia em dezembro do ano passado já vale como um bom case do que não se deve fazer em se tratando de divulgação científica [1]. Um case de irresponsabilidade, um mau exemplo, não só pelo conteúdo do vídeo, mas pelo contexto.

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MORRE O JORNALISTA ALBERTO DINES

Postado por Valentin Ferreira

Por Esmael Morais /Em seu Blog

O jornalista Alberto Dines, fundador do Observatório da Imprensa, morreu nesta terça-feira (22), aos 86 anos. Dines estava internado há dez dias no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O hospital informou que o jornalista morreu às 7h15, vítima de deficiência respiratória. O velório deve ocorrer na capital paulista. O veterano jornalista deixou como marca a inovação e o rigor no exercício do jornalismo.

Jornalista, professor universitário, biógrafo e escritor, Dines teve destaque em vários veículos de comunicação. Começou a carreira no jornalismo em 1952 na revista A Cena Muda e no ano seguinte participou da fundação da revista Visão para acompanhar reportagens da área artística. Em 1957 trabalhou na revista Manchete, de propriedade de Adolpho Boch. Dois anos depois foi diretor do segundo caderno do jornal Última Hora, de Samuel Wainer. No ano seguinte, dirigiu o jornal Diário da Noite, dos Diários Associados, pertencente a Assis Chateaubriand. Em 1962 virou editor-chefe do Jornal do Brasil, onde permaneceu até 1973.

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A SOCIEDADE PRECISA, MAIS DO QUE NUNCA, DE INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS

Postado por Valentin Ferreira /do Observatório da Imprensa

Carlos Castilho

O jornalista Carlos Castilho fala sobre os novos desafios para o jornalismo digital. (Foto: Arquivo Pessoal)

Carlos Albano Volkmer de Castilho está na estrada do jornalismo há 45 anos e é um desses raros profissionais que souberam se reinventar na transição para as plataformas digitais, trazendo na bagagem experiência em todos os meios e também uma carreira acadêmica na área. Já passou por agências de notícias, rádio, jornais, revistas, foi correspondente internacional e professor de jornalismo online. Ex-assessor da União Europeia para projetos de comunicação na América Central e também membro da diretoria do Observatório da Imprensa.

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