“TRIUNFAR NA VIDA NÃO É GANHAR”

Pepe Mujica, mais uma vez, demonstra que é gigante. Ele nunca se aposentará. Mesmo renunciando ao mandato, continuará influindo na política uruguaia.

Quando era presidente, o Uruguai foi eleito pela revista Economist como o país do ano.

Questionando sobre o que pensava da honraria,disse:

“Me preocupa sobre como estão os demais países.”

Do DCM

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JOSÉ MUJICA: “DEPOIS DA PENA DE MORTE, A SOLIDÃO É UM DOS CASTIGOS MAIS DUROS”

Postado por Valentin FerreiraEx-Ex-presidente do Uruguai protagoniza no festival de Veneza um documentário e um filme sobre seu longo período na cadeia.

Os ratos sempre chegavam na mesma hora, por volta de uma da madrugada. Visitavam a cela todas as noites, com missão idêntica: caçar migalhas. Mesmo que servisse para o prisioneiro José Mujica se sentir menos sozinho. E se agarrar ao contato com a realidade. “Era uma referência. Outra era a troca da guarda. Você vai criando o ofício de ser preso”, diz Mujica (Montevidéu, 1935), sentado no elegante sofá de um hotel e de um festival em que parece um intruso e, entretanto, é protagonista.

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MUJICA: ” PODEREMOS FAZER ALGO CONTRA A CORRU0ÇÃO?”

por: DW Brasil

Para Mujica, a corrupção é um fenômeno do capitalismo. “Teríamos que nos dedicar a pensar que, tacitamente, esta etapa da civilização pela qual atravessamos vive de fato, não com palavras, não com mensagens explícitas, mas com uma linguagem tácita que anda por todas as partes, sem redator responsável, que triunfar na vida é acumular dinheiro, e que quem não acumula dinheiro tem de fato negado o caminho da felicidade.”

 

 

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PEPE MUJICA: “TEMOS DE CUIDAR MELHOR DA NOSSA CLASSE MÉDIA”

Por: Rodrigo Martins e Sérgio Lirio /Carta Capital

Estagnadas, as classes médias de países centrais flertam com o discurso nacionalista de viés conservador, lamenta Mujica.

No início dos anos 2000, os governos progressistas da América Latina deram consistentes passos para a integração econômica do continente, que poderia despontar como um dos mais competitivos do mundo, favorecido, inclusive, pelos fartos recursos naturais disponíveis. Com a eleição de Mauricio Macri na Argentina e a ascensão de Michel Temer no Brasil, após a destituição de Dilma Rousseff, o sonho ruiu.

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