PARTE DE TUDO AQUILO QUE NÃO PODE SE REPETIR

Em 10 de maio de 1933 houve a queima de livros promovida pelo governo nazista.

Por Vitor Francisco Esperança

Em 10 de maio de 1933 houve a queima de livros promovida pelo governo nazista. Na época, o governo alemão criou essa campanha para eliminar todo o pensamento contrário as doutrinas nazistas. MIlhares de obras foram queimadas por estudantes que apoiavam a ideologia de Adolf Hitler.

A queima ficou conhecida como Bücherverbrennung. O principal alvo eram os livros escritos por judeus, pacifistas, religiosos, liberais, anarquistas, socialistas e comunistas. As obras consideras como “artes degeneradas” e pornográficas também iam para a fogueira. Mais de 25 mil obras foram jogadas em uma fogueira montada na Praça da Ópera, em Berlim.

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NADA DE NOVO NO FRONT: E COMO HAVERIA DE SER DIFERENTE? Por Ricardo Kotscho

Por Ricardo Kotscho

Abro pela primeira vez o computador em 2020, depois de passar o primeiro dia no hospital fazendo exames, que confirmaram mais costelas fraturadas, uma delas pela segunda vez.

No meu caso, nenhuma novidade. Acho que já quebrei o esqueleto inteiro ao longo da vida, mas ainda consigo escrever.

Aliás, não encontrei novidade nenhuma até agora no noticiário do ano novo, que mal começou, e já começou mal, como o outro terminou.

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REVISTA “TIME” ESCOLHE JORNALISTAS PERSEGUIDOS COM “PERSONALIDADES DO ANO”

Postado por Valentin Ferreira

O jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado em 2 de outubro deste ano no consulado de seu país em Istambul, é uma das Personalidades do Ano escolhidas pela revista norte-americana Time. A publicação dividiu a distinção com outros jornalistas: a filipina Maria Ressa, perseguida pelo regime de Rodrigo Duterte, e dois repórteres da agência Reuters presos: Wa Lone e Kyaw Soe Oo, da Birmânia. A Time também reconhece o trabalho do jornal local Capital Gazette, de Annapolis (Maryland, EUA), que teve cinco funcionários mortos em um ataque perpetrado em 28 de junho.

(…)A revista também faz uma menção ao Brasil, mais precisamente à jornalista Patrícia Campos Mellp, da Folha de S.Paulo. “No Brasil, a repórter Patricia Campos Mello foi alvo de ameaças depois de informar que partidários do presidente eleito Jair Bolsonaro haviam financiado uma campanha para espalhar notícias falsas sobre o WhatsApp“.

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HOJE É DIA DE COMEMORAÇÕES.

 Rafael Ribeiro

Por Valentin Ferreira

Se para muitos a condenação de Lula é um fato triste e injusto, para outros, hoje, é motivo de comemoração ao ver sua prisão. Muitas dessas pessoas que comemoram, não têm  qualquer noção  de como as peças foram montadas para se chegar onde chegou.

A História registra muitos  casos de pessoas do povo, que  foram injustiças e até  sacrificadas pelos donos do poder ou invejosos vingadores.

Quantos celebraram a  prisão de Nelson Mandela? Ou a morte de Abraham Lincoln, assassinado em 15 de abril de 1.865. Com certeza, milhares de sulistas confederados sentiram-se vingados.

Lembrar ainda de quantos foram aqueles que ganharam e comemoraram  a morte  de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, em 21 de abril de 1792.

Não se trata aqui  de estabelecer comparações e traçar paralelos entre um personagem e outro. Mas trazer a história para os nossos dias e fazer uma simples reflexão e se perguntar de que lado nós estamos. A começar por aquilo que é vendido como verdade. Como justo. Como legal.  E não é!

Só o tempo é capaz de mostrar a verdade. O caso Lula, não será diferente.

Reproduzo a seguir texto do sociólogo e cientista político  Emir Continue Lendo