PESQUISA PODER DATA: 58% APOIAM IMPEACHMENT E 64% DESAPROVAM GOVERNO BOLSONARO

24J: Ato Fora Bolsonaro em Porto Alegre (Foto: Oliven Rai / Mídia Ninja)

Por Brasil 247

O percentual dos que acham que Jair Bolsonaro deve sofrer impeachment saltou para 58%, segundo pesquisa PoderData realizada nesta semana (16-18.ago.2021) e divulgada no portal Poder 360. De acordo com a pesquisa, houve um aumento de 8 pontos em relação ao levantamento anterior, no final de julho.

A proporção dos que acham que Bolsonaro deve continuar no cargo caiu 13 pontos percentuais no mesmo período. Passou de 45% para 32%.

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PESQUISA IPEC: SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE, LULA VENCERIA BOLSONARO NO PRIMEIRO TURNO

Lula dispara nas pesquisas e ganharia no primeiro turno se eleição fosse hoje
(Foto: Ricardo Stuckert)

Do Brasil 247

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida para a sucessão presidencial do ano que vem, com 49% das intenções de voto, 26 pontos percentuais à frente de Jair Bolsonaro, que tem apenas 23%, aponta o Ipec em sua primeira pesquisa. 

Lula tem 11 pontos percentuais a mais do que a soma de seus possíveis adversários, e venceria o pleito em primeiro turno, caso as eleições fossem hoje. 

O pedetista Ciro Gomes (PDT) tem 7%, empatado tecnicamente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 5%. Luiz Henrique Mandetta (DEM), ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, aparece com 3%. Brancos e nulos somam 10%, e eleitores que não sabem ou não respondem, 3%. A margem de erro é de dois pontos. 

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DESINFORMAÇÃO E IGNORÂNCIA

Esses são os resultados de Pesquisa do Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação aplicada entre os dias 20 e 27 de abril (2021 entrevistas, margem de erro 2,2%), denominada “A Cara da Democracia”. A pesquisa chegou aos seguintes dados: 22,2% dos brasileiros acreditam que a terra é plana; 50,7% acreditam que o coronavírus foi criado pelo governo chinês; 56,4% acreditam que os hospitais são pagos para aumentar o número de pacientes mortos pela Covid-19. Os dados expressam um retrato de desinformação, ou da formação distorcida da opinião pública, que afeta decisivamente o debate público e a democracia no Brasil. Ou seja, quando os brasileiros se posicionam sobre questão discutidas, formado muito provavelmente nas redes sociais, em especial no Instagram, no WhatsApp e no Youtube, que aparecem com destaque como meios de informação, logo depois do Facebook. (matéria completa no link abaixo)

Fonte Revista Forum

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NA FILA DA CAIXA NINGUÉM LÊ A REVISTA “PIAUÍ”

Bailarinas de Paraisópolis voltam às aulas após a paralisação pela covid-19, em 6 de agosto.FERNANDO BIZERRA / EFE

A alta na avaliação de Bolsonaro assusta os que defendem a democracia, mas faz o alerta sobre o flanco aberto quando não se tem firmeza e coragem para defender a população e a liberdade

Por Carla Jiménez / El País

Como um presidente que ofende mulheres, negros, tem arroubos golpistas e trata com desdém a morte de mais de 107.000 pessoas por covid-19 pode gozar e elevar seu prestígio perante a população? Essa é a pergunta que rodou o Brasil refratário ao presidente Jair Bolsonaro depois do resultado da pesquisa Datafolha desta sexta. O instituto mostra uma queda na rejeição ao Governo de Bolsonaro em plena pandemia. De 44% em junho para 34% este mês. Nesse período, o presidente intensificou a defesa da hidroxicloroquina, soltou frases ora corrosivas ora desprezíveis sobre as mortes por coronavírus, e seu aliado Fabrício Queiroz foi preso, depois de ser encontrado escondido em imóvel do então advogado da família Bolsonaro. Nem mesmo as investigações que avançam contra seu filho Flávio afetaram a imagem do presidente.

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50% DAS MULHERES BRASILEIRAS PASSARAM A CUIDAR DE ALGUÉM DURANTE A PANDEMIA

“Eu estou fazendo isolamento e trabalhando de casa, porém minha renda despencou”, afirmou uma das 2,6 mil mulheres que responderam ao questionário – Divulgação

Do Brasil de Fato

Metade das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém durante a pandemia de covid-19. Quando se faz o recorte de raça e região, por exemplo, os números mudam. No ambiente rural, 62% das mulheres passaram a ter esse tipo de responsabilidade. Quanto ao suporte nas tarefas de cuidado, as mulheres negras são as mais desassistidas.

As informações são do estudo “Sem Parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizado realizado pelas organizações Gênero e Número e Sempreviva Organização Feminista (SOF) e divulgado nesta quinta-feira (30). 

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