BRASIL: 14 MILHÕES DE DESEMPREGADOS

Fila quilométrica de brasileiros em busca de emprego

A taxa de desemprego no país subiu de 13,7% na terceira semana de setembro para 14,4% na quarta semana do mês, batendo recorde,  segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19), divulgados nesta sexta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em apenas uma semana, houve aumento no número de pessoas buscando emprego, e redução no total de trabalhadores ocupados. O resultado é mais alto desde que a pesquisa começou a ser feita, no início de maio.

A população desempregada foi estimada em 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro, cerca de 700 mil a mais que o registrado na semana anterior, quando essa população totalizava 13,3 milhões.

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BANCO MUNDIAL APONTA CRESCIMENTO DA POBREZA E DESIGUALDADE NO BRASIL

De 2014 a 2019, a renda dos 40% mais pobres caiu, em média, 1,4% por ano

Por Deutsche Welle

Os brasileiros na faixa dos 40% mais pobres, população equivalente a 85 milhões de pessoas, começaram este ano de pandemia da covid-19 sem terem recuperado a renda que tinham antes da recessão iniciada em 2014, no final do governo Dilma Rousseff. O mesmo não ocorreu com a outra parcela da população, que no início do ano já recebia uma renda superior à do período pré-crise.

Os cálculos são de estudo do Banco Mundial realizado a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A parte mais pobre da população teve alívio temporário ao longo de 2020 com a renda emergencial, mas muitos voltarão à situação anterior após o fim do benefício, em dezembro.

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INFORMALIDADE CRESCE, CONTRIBUIÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA TEM PIOR NÍVEL EM 6 ANOS

Desemprego no país atingiu 11,6 milhões em 2019, queda de 7,1% ante 2018.

Apesar de queda no desemprego em 2019, mais da metade das novas ocupações foi informal, com estabilidade da renda, levando a novo recuo na contribuição para a aposentadoria.

Publicado originalmente por Deutsche Welle

A desocupação no Brasil caiu em 2019 na comparação com o ano anterior, passando de 12,3% para 11,9% da população ativa, a segunda queda anual consecutiva, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (31/01) pelo IBGE.

No entanto os dados mostram um novo aumento na taxa de informalidade, que alcançou seu maior nível em três anos, abarcando 41,1% da força de trabalho ocupada, o equivalente a 38,4 milhões de pessoas. Em 2016, essa proporção era de 39,1%. Do acréscimo de 1,8 milhão no número de ocupações em 2018, 1 milhão (55% do total) foi de ocupações informais – um ritmo de crescimento da informalidade que tem se mantido nos últimos anos, segundo a analista da PNAD Adriana Beriguy.

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11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SALÁRIO MÍNIMO

Imagem: Brian Snyder/Reuters

Por Douglas Gavras/UOL/Estadão

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

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NOVA “DOENÇA FUNCIONAL”: TRASCA

Postado por Blog do Valentin

Por Valentin Ferreira

Diante do sumiço do emprego formal, do desemprego em massa e da informalidade galopante, a doença sócio-econômica que se alastra pelo mercado de trabalho é a Trasca: Trabalho Sem Carteira Assinada, sigla cunhada por este blog, para identificar  a dura realidade enfrentada por aqueles que teimam em sobreviver trabalhando. Mais do que nunca,  informalmente.

Para confirmar reproduzo alguns trechos da matéria feita por Leonardo Sakamoto em seu blog:

“Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados nesta sexta (27), estimam que 41,4% da população ocupada se encontra na informalidade, a maior proporção desde que esse indicador passou a ser produzido em 2016. Dos 684 mil novos ocupados, 87,1% entraram no mercado pela via informal. Por exemplo, trabalhadores sem carteira assinada e por conta própria.

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MISERÁVEIS DO BOLSA FAMÍLIA TÊM MENOS FILHOS

Postado por Valentin Ferreira                                                                                                                  Crédito da Charge: Angeli

Paciência para observar a realidade e aprender com ela.
O programa Bolsa Família foi criado em 2003. Há mais de 14 anos atrás.

Uma grande acusação contra o programa era de que as mulheres mais pobres teriam mais filhos para ganhar mais dinheiro do programa.

O tempo passa… e agora pode-se saber a realidade: as famílias que recebem o dinheiro do Bolsa Família estão tendo MENOS filhos.
O número de filhos está diminuindo em todas as faixas sociais. A MAIOR  diminuição se dá entre os beneficiários do Bolsa Família.

Em abril/2015 foi apresentado pelo IBGE os números do último Programa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD).
Eles mostram o seguinte (valores de 2003 e 2013):

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