A “DOUTRINA” INVENTADA PELOS MILITARES PARA ASSUMIR O PODER.

O programa político do Exército que elegeu Bolsonaro elegeu o PT como inimigo
público número 1 e se propõe a “erradicar” o partido de Lula

Por Maria Inês Nassif

Duas semanas após o dia 28 de outubro de 2018, dia em que Jair Bolsonaro foi eleito em segundo turno com 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% obtidos pelo petista Fernando Haddad, uma “alta autoridade das Forças Armadas” recebeu o jornalista argentino Marcelo Falak no seu gabinete, em Brasília, e contou a ele como “um grupo de militares” tinha cooptado, enquadrado e feito o ex-capitão do Exército – colega de turma de vários deles – presidente da República.

O GGN reportou a matéria do site NoÁmbito.com no dia 14/10/2018 (“Jornalista argentino revela como as Forças Armadas construíram a candidatura de Bolsonaro para chegar ao poder”).

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A BRIGA DAS DIREITAS E AS NOVAS ESQUERDAS

Imagem :Reprodução

Por Gabriela Prioli

Faz alguns anos que o maior assunto da política é a ascensão da nova direita. As esquerdas, que antes —dizem— teriam oprimido intelectualmente todos nós, agora estão na descendente. Uma estrela cadente, digamos.

A realidade, como sempre, é mais complexa do que a narrativa. Ao chegar ao poder e ter que, de fato, governar, a nova direita se tornou “as direitas”. Liberais-na-economia-conservadores-nos-costumes, libertários, religiosos, lava-jatistas, militaristas, faria-limers etc. haviam abraçado o bolsonarismo oportunisticamente, para chegar ao poder. Agora, descobrem, uns surpresos, outros nem tanto, que não fizeram o Rei. O Rei é que os instrumentalizou para estar onde está. E com o seu completo consentimento.

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ANÁLISE DE CONJUNTURA: QUE DESTINO NOS AGUARDA?

GIF; Google Imagem

Em seu Jornal GGN, o jornalista Luis Nassif, como costumeiramente faz em seu “xadrez”, pontua o momento que estamos vivendo em análise envolvendo o governo Bosonaro, o Parlamento, o Supremo, as Forças Armadas, o Mercado alem de outros atores que jogam com o destino de milhões de brasileiros. Sob o título Xadrez de Bolsonaro a caminho de tomar o poder, o jornalista, bem informado sobre as entranhas do poder, dispõe no tabuleiro, os movimentos que nos ajudam a entender o Brasil que estamos vivendo e para onde poderemos ir. Leia a matéria abaixo. (Valentin Ferreira)

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NÃO HÁ PERDÃO PARA O PUXA-SACO

Imagem: Google

Por Marcelo Migliaccio /Em seu blog

Se há um crime que definitivamente não compensa é o de puxar o saco.

Um belo dia, o expert em bajulação foi mandado embora. Não adiantou ele participar da ação de marketing da empresa, perdendo um dia de folga para balançar bandeirinhas pela cidade. De nada adiantaram as forçadas gargalhadas de Fafá de Belém para as piadas sem graça contadas pelo chefe e tão pouco as lágrimas de crocodilo que derramou quando soube que o rebento do manda-chuva fora reprovado em matemática.

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ALPHAVILLE E ALPHAVELLA, ALGUMA DIFERENÇA?

Por Gilmar Machado /Humor Polítuico

Gente rica reprime o policial e o policial reprime gente pobre. A charge do Gilmar Machado é bem o que acontece no dia a dia da relação entre a polícia e a população. Claro, sempre pendendo mais para as ocorrências que não “envolve” ricos e poderosos. Esses, tramam por cima, como sempre. “Marinho me ajuda por favor”, diz o ricaço na frente dos PMs. ( veja no vídeo abaixo como o “cidadão de bem”,trata os policiais)

Assim como é degradante ver a polícia massacrando negros e pobres, é também revoltante ver um sujeito, acusado de bater na esposa, vomitar ofensas contra os policiais que foram atender a ocorrência..

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VÍDEO: SABRINA FERNANDES: “Há perigo real de articulação do fascismo em 2020”

Da Carta Capital

O ano muda, mas a conjuntura continua a mesma. Para 2020, a tendência esperada é de agravamento das políticas de austeridade adotadas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, que recaem principalmente sobre a população mais pobre. Além disso: emerge um partido abertamente fascista, o “Aliança pelo Brasil”, o que torna ainda mais decisivo o papel dos setores progressistas na defesa da democracia e dos direitos humanos.

Essa é a opinião da socióloga Sabrina Fernandes, que expôs suas perspectivas para este ano no segundo episódio da série especial de CartaCapital, “2020 em 10 pontos”. Doutora em Sociologia pela Carleton University, no Canadá, Sabrina é criadora do canal “Tese Onze”, no YouTube, e autora do livro Sintomas Mórbidos: A encruzilhada da esquerda brasileira, pela editora Autonomia Literária.

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