O BRASIL PAROU. A OBVIEDADE QUE A ELITE IGONRA, NO SEU “FRISSON” DE LAVA JATO

Por: Fernando Brito / Tijolaço

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O país está parado, como num bloqueio imposto a si mesmo. Os poderes Executivo e Legislativo se preocupam somente com si mesmos e em limitar os danos até agora sofridos pela Operação Lava Jato, enquanto o Judiciário se politiza – e esse círculo vicioso causa um prejuízo duradouro para a democracia brasileira. Está tudo parado por conta da grande crise que foi gerada com o início da Lava Jato. Esse bloqueio é muito perigoso, porque a crise não é algo pontual, mas já dura anos.

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PARA SOCIÓLOGO, POLÍTICA ESTÁ PRIVATIZADA E MERCANTILIZADA POR EMPRESAS

Por:  Eduardo Maretti, da BBA / Via Carta Maior

 

MARCOS CORREA/PR

 Para sociólogo, país está em beco sem saída porque sistema é corrupto. “Temer não tem condições de governar, e só não caiu porque não têm solução no bolso”

São Paulo – Depois da absolvição da chapa Michel Temer-Dilma Rousseff, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o país parece estar em um beco sem saída. Agora, à espera da denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar contra Temer na próxima semana. Para o sociólogo Cândido Grzybowski, assessor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), a encruzilhada em que o país se encontra, mais do que uma crise conjuntural, é sintoma de uma estrutura contaminada. “Estamos num beco sem saída porque o sistema é corrupto. O modo de fazer política no Brasil é privatizado e mercantilizado pelas empresas.”

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O PAÍS VIROU UM BORDEL

Por; Paulo Muzell / Sul 21

Bordel, de Di Cavalcanti (1940)

No sistema capitalista o poder econômico e o poder político, são irmãos siameses, inseparáveis. Numa sociedade que exalta o individualismo e que tem na busca a do lucro o seu eixo central, compete ao Estado assegurar a acumulação do capital privado. A concentração da renda, da riqueza e do poder são consequências inevitáveis. A brutal desigualdade resulta numa democracia que é discurso formal, retórica oca. Os propalados pilares das constituições burguesas: “todo poder emana do povo” e “todos são iguais perante a lei” são meras frases de efeito.

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BRASIL: ACORDO REMETE À CONCILIAÇÃO, POR EDUARDO RAMOS

Por Valentin Ferreira /

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Acordo remete à conciliação

por Eduardo Ramos /Jornal GGN

Acordo remete à conciliação. A palavra barafunda nos remete a caos, confusão, abismo… Se só um acordo nacional nos resgata disso, então os que rejeitam a política de conciliação de Lula teriam, ao menos para a redemocratização do país, sem a qual nada virá de bom, que se render a essa necessidade.

E por mais que muitos de nós estejam cansados de paliativos, de lapsos de tempo no Brasil em que “colocamos band-aid para tampar tumores”, se a saída mais radical desejada por muitos, um confronto aberto que expusesse de vez todas as contradições seculares, é inviável, até por falta de “povo suficiente disposto a bancar essa guerra, então, NÃO RESTA OPÇÃO, torna-se uma questão de RACIONALIDADE e de SOBREVIVÊNCIA. Porque a verdade é que se Lula não fez tudo o que desejávamos, alguns de nós, devido à tal da “conciliação”, o fato é que ele trouxe muitos “anéis” para as mãos dos miseráveis e pobres, e o golpe não só arranca esses anéis, como se torna ameaça real de amputação dos dedos.

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