QUAIS OCUPAÇÕES SERÃO MAIS DEMANDADAS NO PÓS-PANDEMIA, SEGUNDO O SENAI.

Estudo sobre atividades técnicas prevê um mercado aquecido para as áreas de tecnologia e logística. Novas funções devem surgir para atender a mudanças de comportamento de pessoas e empresas

Por Isabela Cruz / Nexo Jornal

Um estudo do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) publicado nesta segunda-feira (21) analisou o uso de tecnologias no ambiente profissional e as possíveis mudanças na estrutura organizacional das empresas para projetar como estará o mercado de trabalho para as atividades técnicas depois da pandemia.

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“EU ERA SAUDÁVEL, MAS COMPLICAÇÕES APÓS COVID-19 MUDARAM MINHA VIDA”

Por Vinicius Lemos /BBC Brasil

No início de 2020, a publicitária Julia Franco vivia a sua fase mais saudável dos últimos anos. Ela havia abandonado o vício em cigarro e fazia aulas de balé, paixão de infância que tinha retomado recentemente.

O avanço do novo coronavírus no Brasil mudou a rotina dela. Julia, de 31 anos, passou a fazer as aulas de balé online e começou a trabalhar em esquema de home office.

Sem doenças pré-existentes, ela acreditava que caso fosse infectada pelo coronavírus, desenvolveria quadro leve, semelhante a uma gripe.

Em meados de maio, Julia começou a sentir cansaço extremo, tosse seca constante, febre, perda de olfato e teve dificuldades para respirar. Após passar por um exame, descobriu que estava com a covid-19.

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HOLANDESES AVANÇAM NO CENÁRIO PÓS-PANDEMIA E PROPÕEM UM MODELO ECONÔMICO BASEADO NO DECRESCIMENTO

Do Institulo Unisinos

Aparentemente a Holanda é o país que com mais força está tomando o desafio de reestruturar sua economia a partir do que nos vivemos no presente. Nesse contexto, 170 acadêmicos holandeses escreveram um manifesto em cinco pontos para a mudança econômica pós-crise da covid-19, baseado nos princípios do decrescimento:

1. Passar de uma economia focada no crescimento do PIB, a diferenciar entre setores que podem crescer e requerem investimentos (setores públicos críticos, energias limpas, educação, saúde) e setores que devem decrescer radicalmente (petróleo, gás, mineração, publicidade, etc.).

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