350 MÉDICOS CUBANOS

Mais Médicos para o Brasil: divulgado médicos cubanos reincorporados

Da Agencia Brasil

O Diário Oficial da União publica, nesta sexta-feira (11), portaria do Ministério da Saúde, com a lista dos nomes de médicos cubanos, com os respectivos registros únicos, reincorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil.

São mais de 350 profissionais que trabalharão em municípios de 24 estados, entre eles, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

O Mais Médicos para o Brasil objetiva o fortalecer o serviço de Atenção Básica do país, a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), que está presente em todos os municípios e próxima de todas as comunidades.

Veja a Portaria nº 71, de 10 de dezembro de 2020, com a lista dos nomes dos médicos incorporados ao Projeto Mais Médicos para o Brasil.

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O AVANÇO DA PRESENÇA DE MULHERES E NEGROS NAS CÂMARAS MUNICIPAIS E PREFEITURAS

Fotomontagem de candidatas a vereadora em São Paulo; número de mulheres negras candidatas à Câmara Municipal da capital paulista quase dobrou em 2020 – Rubens cavallari e Ronny Santos/ Folhapress

Da Folha S. Paulo

Apesar do crescimento, o resultado ainda está bem distante de refletir a divisão entre negros e brancos na população brasileira —56% são pretos e pardos— e entre os próprios candidatos lançados —50% foram negros, 48%, brancos.

Já em relação às mulheres, o avanço foi mais tímido no primeiro turno. Elas passaram de 11,7% do contingente de prefeitos eleitos em 2016 para 12,1%.

Um dado significativo, porém, mostra que cresceu de forma mais expressiva a presença tanto de mulheres como de negros nas disputas de segundo turno, ou seja, das maiores e mais importantes cidades do país.

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NOVOS PREFEITOS ENCONTRARÃO CENÁRIO DESAFIADOR NAS CIDADES

Quase a metade das cidades brasileiras (49,4%) gasta a maior parte de sua receita com pessoal (54%). – Marcello Casal jr/Agência Brasil

Da Agencia Brasil

Os prefeitos que assumirão a administração de suas cidades a partir de 1º de janeiro de 2021 encontrão mais dificuldades que os seus antecessores. A economia brasileira estará em recuperação após a recessão mais aguda da história, provocada pela pandemia de covid-19. No rastro da crise, queda de arrecadação e aumento do desemprego. As despesas não deverão dar trégua, ainda sob ameaça de mais gastos por causa de novas infecções.

“Num primeiro momento, eles vão enfrentar um cenário de terra arrasada”, prevê Ricardo Macedo, professor do curso de Ciências Econômicas do Ibmec no Rio de Janeiro. “Quem assumir uma prefeitura, além de ter poucos recursos, tem que descobrir novas fontes de receita.” Em sua opinião, o poder público municipal tem que fiscalizar mais, renegociar dívidas, e recuperar receitas – “pra fazer o caixa fluir”.

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POR INFLUÊNCIA DE BOLSONARO, PREFEITURAS BRASILEIRAS DISTRIBUEM “KITS COVID”

Em Cáceres (MT), pacote com ivermectina foi entregue como profilaxia, ou seja, como prevenção à Covid-19. Os kits Covid com mensagens cristãs foram entregues para a população da cidade

Governos municipais oferecem ‘kits Covid’ com medicamentos ineficazes, prometendo, de forma ilusória, prevenir ou curar a doença que já matou mais de 150 mil brasileiros

Da Agencia Pública /Via DomTotal

No post do Facebook em que anunciava sua volta ao trabalho após se recuperar da Covid-19, o prefeito de Vilhena (RO), Eduardo Japonês, anunciou também um novo protocolo para tratar a doença na cidade. “Acreditamos ser importante começar a tomar o kit de cloroquina, ivermectina e azitromicina, cerca de cinco dias depois da apresentação dos primeiros sintomas, para curar ou evitar o agravamento da doença”, dizia o post, recebido com mais de 500 likes e uma centena de comentários positivos.

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AS ELEIÇÕES DE 2020 NO MEIO DA ENCRUZILHADA

Postado por Blog do Valentin

A chave para conter a expansão do bolsonarismo na disputa eleitoral do ano que vem está na colaboração entre as lutas e no fortalecimento mútuo das forças progressistas

Por Ana Carolina / Nexo Jornal

As eleições de 2020 serão um teste decisivo para os rumos políticos do Brasil. De um lado, o bolsonarismo poderá consolidar e expandir sua capacidade de captura institucional a partir de uma entrada inédita nas Câmaras Municipais e Prefeituras, em um processo difuso de interiorização capaz de articular novos arranjos entre os setores conservadores.

De outro, as forças progressistas deverão exercitar práticas de abertura e confluência para reconquistar a esperança das maiorias sociais, contrapor o apelo bolsonarista e produzir alternativas eleitorais viáveis. Resultante do confronto entre os dois campos, por mais que outros também possam se configurar, o poder local terá sua importância acentuada na transição histórica que estamos atravessando.

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