RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

Problemas, problemas e mais problemas, quem não tem muitos ou pelo menos alguns?

Por Maria Luiza Rodrigues

A humanidade lutou contra muitas adversidades para chegar até este presente momento e ainda continua com imensas batalhas, tentando compreender o mundo que nos cerca a fim de que possamos viver melhor. A existência humana é repleta de desafios e, por vencermos uma série deles, ainda estamos habitando o nosso planeta. Vencer esses desafios significa solucionar problemas. Então, eles fazem parte natural de nossa existência humana e resolvê-los é crucial.

Em alguns momentos da vida, tudo parece uma grande confusão, estamos cansados, tristes e deixamos os problemas acumularem-se por não sabermos o que fazer, por onde começar.

Continue Lendo

O QUE ACONTECE NO CÉREBRO DE UMA CRIANÇA QUANDO ELA BRINCA COM SEUS PAIS

Brincar com os filhos influi favoravelmente na ativação de diferentes substâncias nos pais, assim como nas crianças, porque há liberação de endorfinas.DAN BURTON / UNSPLASH

Os momentos lúdicos trazem grandes benefícios para os pequenos, transformando-se em disciplina obrigatória e ganhando maior importância nos primeiros anos de vida

Por Carolina García/ El País

Você se lembra de quando era criança e brincava com seus pais? Certamente sim. Segundo especialistas, algumas das lembranças mais intensas que os adultos têm são esses momentos de brincadeiras que compartilharam na infância com seus pais. O médico Manuel Antonio Fernández, mais conhecido na Espanha como El Neuropediatra, destaca que “o tempo de recreio compartilhado entre pais e filhos é o mais bem aproveitado por ambos, tanto do ponto de vista emocional como do puramente neurológico para os pequenos”, acrescentando: “Assim, quanto mais brincam, melhor é, porque isso estimula todos os sentidos e capacidades do cérebro infantil, tanto as áreas motoras como as sensoriais e cognitivas”.

Continue Lendo

A METÁFORA DA LARANJA: O QUE SAI DE VOCÊ QUANDO A VIDA TE APERTA?

Dizem que, nos piores e melhores momentos, costumamos mostrar o que temos dentro de nós. Raiva, medo, ingenuidade, amor. O que sairia de você se fosse espremido com força, como se estivessem fazendo um suco de laranja?

Se alguém te provocasse ou incomodasse ou, metaforicamente, apertasse você, o que sairia do seu interior? Raiva? Alegria? Fúria? A metáfora da laranja, criada pelo psicólogo, professor e escritor Wayne Dyer, nos ajuda a entender por que é tão importante saber o que temos dentro de nós.

Continue Lendo

A FALSA VIDA PERFEITA QUE MUITOS SENTEM A NECESSIDADE DE MOSTRAR

Há pessoas tão preocupadas em se mostrar bem e agradar, que acabam se perdendo de si mesmas. São tantos que vivem iludidos por espelhos de pequenas ilusões e escondidos atrás de cortinas de grandes mentiras, que com o passar do tempo, perdem a noção da realidade: já não conseguem viver sendo verdadeiros. E existe uma cobrança coletiva por baixo disso. Somos cobrados pelo sucesso alheio e incentivados a sermos iguais.

Mal sabemos que, em algumas situações, por detrás de uma foto postada, quase sempre há máscaras. Quase sempre há pessoas com a alma ferida tentando se mostrar fortalecidas. Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações de ego e de vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela. Tentar competir com o mundo é a melhor e mais rápida maneira de ser derrotado.

Continue Lendo

QUANDO A ALMA PRECISA CHORAR

Chorar é saudável, e chora, porque isso alivia a alma. Afinal, “Emoções expressadas, emoções superadas.”

Adoro ouvir essas notícias que contam sobre velhas crenças existentes que vão desmoronando com o tempo.

Outro dia estava lendo que os cientistas já não consideram os pressentimentos somente como uma crença popular, que se perde no tempo, hoje em dia é preciso estar atento aos seus pressentimentos. Pesquisas mostram que somos capazes de prever o que acontecerá num lapso de menos de cinco segundos – isso não acontece o tempo todo, mas acontece.

Continue Lendo

MÁSCARAS SOCIAIS: QUE USO FAZEMOS DELAS?

Conviver socialmente, muitas vezes, não é missão simples nem prazerosa. É preciso se adequar e até abdicar, em alguns momentos, do que realmente somos para conquistar boa imagem diante dos olhares alheios.

Por Joana Simão Valério/ Psicologia

Podemos entender as máscaras sociais como os papéis ou os personagens que desempenhamos em diferentes esferas da nossa vida e que são fundamentais para garantir a nossa adaptação social.  

As exigências e as pressões do exterior obrigam-nos a encarnar diferentes personagens, tais como os de profissional, colega, pai, filho, irmão ou amigo e isso traduz-se na tonalidade de voz, no tipo de discurso, na imagem e na expressão corporal que adotamos em diferentes contextos. 

Os nossos personagens servem a situação na qual nos encontramos e saber escolhê-los e usá-los, com consciência e responsabilidade, sabendo quem é o nosso verdadeiro Eu e que ele está sempre presente, é um indicador de flexibilidade e saúde mental. 

Continue Lendo