NÃO É A DISTÂNCIA QUE SEPARA AS PESSOAS. É O “TANTO FAZ”

Por Israel de Sá / Pens.Líquido

Maldita parafernália eletrônica que nos mantêm cativos voluntários de seus atrativos. E alguém quer ficar livre livre disso? Meia dúzia, talvez, consiga viver no acrisolamento “sociovirtual”. Mas a maioria dirá que não abre mão das facilidades que elas nos trazem. Ocorre que você envia uma mensagem para alguém e o aplicativo mostra: mensagem enviada, mensagem entregue, mensagem lida… Mas a pessoa, do outro lado da tela, não lhe responde.

Tudo bem, o mundo está uma loucura. A gente fica antenado dezoito horas por dia e são tantas atualizações: email, WhatsApp, Facebook, Google +, Twitter, Instagram, Messenger… Ufa.. E tem alguém ali, em todas elas, dizendo “oi”.

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CASADOS OU SOLTEIROS: QUEM LEVA VIDA MAIS SAUDÁVEL?

Postado por Valentin Ferreira

Por Sputnik News.

Cientistas da Universidade de Queensland, Austrália, liderados pela Dra. Stephanie Schoeppe, concluíram que pessoas solteiras bebem mais álcool, consomem fast-food com mais frequência e fumam mais do as comprometidas porque são mais vulneráveis ​​ao estresse.

Por outro lado, pessoas casadas tendem a ganhar mais peso. No primeiro ano do casamento o peso aumenta em média entre 1,8 e 2,2 kg. Os casados geralmente acabam criando um “culto à comida”, e passam a ingerir porções maiores e maior quantidade de calorias. Além disso, as preferências alimentares dos homens em relacionamento influencia mulheres a comer mais carne e alimentos gordurosos.

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VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS VANTAGENS DE SER UMA PESSOA BRINCALHONA?

Postado por Valentin Ferreira /fonte: amenteeavilhosa Você sabe quais são as vantagens de ser uma pessoa brincalhona?

A tradicional imagem do adulto responsável corresponde a uma pessoa séria, trabalhadora, que se preocupa em se manter focada na tarefa que faz para realizá-la de maneira eficaz, resistindo à banalidade. No entanto, ser uma pessoa brincalhona não exclui essas outras atitudes que enumeramos.

Na verdade, a personalidade brincalhona é uma característica que traz grandes vantagens, tanto na vida pessoal como profissional. Caso contrário, por que motivo empresas com grandes quadros de funcionários estariam dando tanta importância ao lúdico atualmente?

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POR QUE A CULPA NÃO É DO TINDER

Por Valentin Ferreira
Do Blog: Pensar Contemporâneo

Estava conversando com meu sobrinho sobre aplicativos de encontros, trocando ideias e experiências, quando ele me disse: “os aplicativos sempre servindo para nos apresentar pessoas interessantes… só que não”. Respondi a ele que os aplicativos são apenas ferramentas e que não podem fazer milagre. Eles nos mostram quem está disponível no “mercado” e supostamente interessado em ter um relacionamento afetivo ou sexual.

Há uma tendência generalizada de se “culpar” os aplicativos, a internet ou a tecnologia de forma geral pela queda na qualidade dos relacionamentos de hoje em dia. É como se o fato de usarmos um aplicativo para celular pudesse nos transformar em pessoas piores, passíveis de descartar outras pessoas em um piscar de olhos. Aliás, não… é como se isso acontecesse com todos os outros – menos com a gente. O que mais se vê são pessoas reclamando que não encontram outras pessoas interessantes, mas, por que será que essas pessoas não se encontram? Se quase todo mundo comenta a mesma coisa, quem são esses outros, afinal?

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SOLIDÃO EM TEMOS MODERNOS

Por:  Meire Brito / DW Brasil
Pular de encontro para encontro com ajuda de um app, optar pela vida “single”, casar consigo mesmo. A solidão faz parte da vida moderna e, se for passageira, pode até fazer bem. O problema começa quando ela vira rotina.

Aplicativo TinderAplicativos de namoro como o Tinder são cada vez mais populares

Verena* está se arrumando para mais um encontro. Após 19 primeiros encontros, ela parte para o 20º candidato. A advogada, que vive em São Paulo, tem 34 anos e está solteira há seis. Ela marcou o encontro num parque da cidade e saiu do escritório a tempo de ver o pôr do sol com seu match.

Sim, ela o conheceu num aplicativo de namoro. Sugeriu o parque porque os outros 19 encontros aconteceram em barzinhos ou em restaurantes. Queria algo diferente. “Quem sabe ajuda?”, pensou.

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