COMO A CHINA FEZ BOLSONARO COMER EM SUA MÃO

Bolsonaro presenteia casaco do Flamengo ao presidente da China, Xi Jinping, em outubro de 2019

É uma arte diplomática como Pequim conseguiu, durante a pandemia, impor seus interesses perante o Brasil. Bolsonaro caiu cegamente na armadilha. E agora sua sobrevivência política depende também dos chineses.

Por Alexander Busch / Deutsche Welle

Até uns meses atrás, o presidente Jair Bolsonaro era contra qualquer tipo de vacinação contra o coronavírus. Especialmente se a vacina fosse da China. Seu governo, disse ele categoricamente em outubro, não compraria a Coronavac. Bolsonaro chegou a suspender temporariamente o processo de registro do imunizante junto à Anvisa. Repetidamente, seu filho Eduardo e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se revezaram para atacar a China como o culpado por trás da pandemia.

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O “FAUSTO” DO SUL COM “MEFISTÓFELES” DO NORTE

Por Blog do Valentin
Entrega às empreiteiras dos EUA as bilionárias obras de infraestrutura do Brasil

Por Evilázio Gonzaga(*) / Viomundo

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram dia 01 de agosto de 2019 um memorando, para entregar bilionárias obras de infraestrutura do país a construtoras estadunidenses (https://oglobo.globo.com/economia/eua-brasil-assinam-parceria-para-investimentos-em-infraestrutura-no-pais-1-23847825).

O acordo foi possível porque a Lava Jato destruiu as empreiteiras brasileiras, que chegaram a ser as mais avançadas e competitivas do mundo, o que é comprovado pelas frequentes vitórias em concorrências internacionais.

A proposta abre as portas do Brasil para empresas como a Halliburton e suas subsidiárias, consideradas as mais corruptas do planeta.

UM PAÍS DERROTADO EM UMA GUERRA

Os sintomas de que o Brasil foi derrotado em uma guerra duríssima, invisível para a maioria dos brasileiros, são cada vez mais evidentes.

O mais recente sinal é a abertura do mercado brasileiro de infraestrutura para empresas dos EUA.

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LÍDERES MUNDIAIS EVITAM PISAR NO BRASIL DO GOLPE

Por: Brasil 247

Reportagem da agência ANSA aponta que líderes mundiais, inclusive o papa Francisco, estariam evitando vir ao Brasil e dando preferência a outros países da América, por conta do cenário de instabilidade política no País e também pela baixa popularidade de Michel Temer; reportagem cita exemplos de líderes como a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro português Antonio Costa o presidente italiano, Sergio Matarella, e o ex-presidente francês François Hollande, que estiveram no continente ou mesmo no Brasil, mas não se encontraram com Temer; matéria lembra ainda que, em um ano à frente do Planalto, Temer foi anfitrião de apenas um chefe de Estado em Brasília, o presidente argentino, Mauricio Macri.

Mais informações: www.brasil247.com
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