A CIDADE QUE SE RECUSOU A MORRER

Do Pensar a História

A cidade que se recusou a morrer: há 77 anos, em 27 de janeiro de 1944, chegava ao fim o Cerco a Leningrado, após quase 900 dias de resistência contra os invasores nazistas.Em junho de 1941, quase dois anos após o início da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha Nazista deu início à Operação Barbarossa, codinome dado à invasão da União Soviética pelas forças militares do Eixo. Adolf Hitler considerava a União Soviética como a maior inimiga do nazismo. Além de odiar o fato do país ser um sustentáculo internacional do ideário socialista, o líder alemão enxergava os eslavos e demais etnias que compunham o povo soviético como “raças inferiores”.

Assim, Hitler pôs em prática em um plano esboçado quase duas décadas antes, como atestado por passagens do Mein Kampf: anexar a porção europeia da União Soviética ao território alemão, ampliando o “Lebensraum”, isso é, o “espaço vital” do “povo ariano”, substituindo a população nativa por colonos alemães e submetendo o povo soviético à condição de mão-de-obra escrava em campos de concentração.

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CORONAVÍRUS PODE SOBREVIVER POR ATÉ 28 DIAS EM SUPERFÍCIES

Estudo sugere que o Sars-Cov-2 permanece infeccioso por quase um mês em superfícies lisas, como telas de celular e caixas eletrônicos, em ambientes escuros a 20 °C.

Do Deutsche Welle

O coronavírus causador da covid-19 pode sobreviver em celulares, notas de dinheiro e caixas eletrônicos por até 28 dias, em determinadas condições de luz e temperatura. A conclusão é de um estudo de cientistas australianos publicado na revista especializada Virology Journal.

Os pesquisadores da agência nacional de pesquisa científica da Austrália (CSIRO) testaram a longevidade do Sars-Cov-2 em ambientes escuros em três temperaturas diferentes, e descobriram que a capacidade de sobrevivência do vírus diminui conforme o ambiente fica mais quente, explicou a agência australiana nesta segunda-feira (12/10).

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COMO O “BEM MAIOR” É USADO COMO FERRAMENTA DE CONTROLE SOCIAL

Do Pensar Contemporâneo

Em vez de respeito pela razão, diálogo aberto, liberdade de expressão e direitos individuais e de propriedade, os sistemas políticos em todo o mundo estão se tornando cada vez mais autoritários. Decepções e mentiras, manipulação e propaganda, fomento do medo e operações psicológicas estão todos sendo usados ​​para justificar ações políticas que destroem vidas.

Como os políticos continuam a convencer o público a acabar com sua liberdade em favor de um controle governamental pesado? Por que tão poucas pessoas estão defendendo a liberdade quando um mundo sem ela é um mundo de sofrimento em massa? Neste vídeo, vamos examinar essas questões.

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MULHERES SÃO RESISTÊNCIA A BOLSONARO E MAIS À ESQUERDA DO QUE OS HOMENS

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Por Renato Rovai /Revista Fórum

Há um recorte de gênero no posicionamento político da população brasileira. A 3ª Pesquisa Fórum mostra que as mulheres estão em numero muito maior na oposição a Bolsonaro do que os homens e que também são muito menos impactadas pelas pautas reacionárias de fechamento do Congresso, Supremo Tribunal Federal e intervenção militar. Elas também se dizem mais de esquerda e centro-esquerda e são mais petistas.

Entre as mulheres, por exemplo, o índice de ótimo e bom de Bolsonaro soma 28,8% contra 42,2% entre os homens. No regular, há um empate. 21,1% entre homens e 21,9%, mulheres. Já no ruim e péssimo a diferença também é grande. Mulheres, 47,3%; homens, 35,1%.

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QUE PAÍS SERÁ ESTE PARA AONDE ESTÃO NOS LEVANDO?

Por Fernando Horta / Jornal GGN Dumping sócio-existencial

O “Dumping” é uma das tantas práticas que o capitalismo inventou para destruir a concorrência. Aquilo que esta juventude neoliberal diz ser “a essência” do capitalismo, é, na verdade, tudo o que o capitalismo mais abomina. E é exatamente por isto que os capitalistas criaram inúmeras práticas para burlar a concorrência, ou, até, eliminá-la por completo. Uma boa parte das táticas para evitar o risco e concorrência usa o Estado, mas o “dumping” é diferente.
A prática de “dumping” é criminalizada por quase todos os países capitalistas. Uma empresa que tem maior capacidade de endividamento baixa os preços dos seus produtos abaixo do seu custo. Isto a faz perder dinheiro, claro, mas como ela tem maior capacidade de endividamento, ela vai tomando mercado dos concorrentes. Incapazes de baixar o preço até menos do que o seu custo marginal (custo marginal é um conceito econômico que basicamente diz que o preço é ainda mais baixo que o custo total), a concorrência quebra. Depois da falência dos concorrentes, a empresa que fez o dumping toma o mercado multiplicando seus lucros de uma tal forma que, na imensa maioria das vezes, compensa com sobras … Continue Lendo