PROFESSOR DO ANO: BRASILEIRA ESTÁ ENTRE 10 MELHORES DO MUNDO E QUER REVOLUCIONAR ESCOLA PÚBLICA

Postado por Blog do ValentinDébora Garofalo coleta lixo das ruas com os alunos e transforma em soluções para problemas da comunidade (foto: arquivo pessoal)

Quando criança, Débora Garofalo pediu à mãe uma pequena lousa com giz de presente. Com o brinquedo sempre em mãos, passou a dar aulas aos coleguinhas com dificuldade de aprendizado na escola. Hoje, aos 39 anos, a brasileira que, por opção, sempre lecionou em escolas públicas, está entre os 10 melhores professores do mundo.

Garofalo é finalista do Global Teacher Prize 2019, o prêmio internacional mais prestigiado da área da educação. O ganhador será anunciado no dia 24 de março. Ela concorre com professores da Grã-Bretanha, Holanda, Austrália, Geórgia, Índia, Japão, Argentina, Quênia e EUA.

No dia a dia como professora de tecnologias da escola EMEF Almirante Ary Parreiras, na capital paulista, Garofalo agrega à lousa outros instrumentos para ensinar.

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RENDA BÁSICA UNIVERSAL: ÚLTIMA FRONTEIRA DO ESTADO DE BEM-ESTAR SOCIAL

Postado por Valentin Ferreira
Os testes com salário garantido para todos os cidadãos independente de estar trabalhando se multiplicam pelo mundo

Do El País

Os céus ameaçam tempestade. Os especialistas ainda não sabem se cairá com a suavidade de uma garoa ou a violência de um furacão, mas está chegando. Se demorará cinco anos ou uma década, mas está chegando. O homem terá de procurar abrigo sob novos sistemas de proteção social. Porque aqueles que existem são cada vez menos eficazes diante da desigualdade ou do desaparecimento de milhares de empregos por causa da robotização, da economia dos algoritmos e da inteligência artificial.

“Em vários países da OCDE, apenas uma em cada quatro pessoas que procuram trabalho recebe algum subsídio”, diz Herwig Immervoll, chefe de Políticas Sociais para o Emprego da organização que reúne as nações mais desenvolvidas do planeta. “Se deixarmos o mundo se movimentar à vontade, se não fizermos nada, cada vez haverá mais desigualdade. Devemos apoiar os perdedores da globalização de alguma forma”, adverte Federico Steinberg, principal pesquisador do think tank espanhol Real Instituto Elcano.

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ROBÓTICA ELIMINARÁ ATÉ 800 MILHÕE DE EMPREGOS ATÉ 2030

Postado por Valentin FerreiraA McKinsey analisou o efeito da robotização em 46 economias que representam quase 90% do PIB mundial.A McKinsey analisou o efeito da robotização em 46 economias que representam quase 90% do PIB mundial. (Divulgação)

Por Ricardo Della Coletta/ domtotal

Entre 400 e 800 milhões de pessoas em todo o mundo serão afetadas pela automatização e terão de encontrar uma nova ocupação até 2030, segundo um relatório realizado pela consultoria McKinsey Global Institute.

O impacto das novas tecnologias na vida dos trabalhadores será sentido sobretudo nas economias mais desenvolvidas. Segundo o relatório, até um terço da força de trabalho de Estados Unidos e Alemanha terá de aprender novas habilidades e encontrar outra ocupação. No Japão, a porcentagem de afetados poderá chegar a quase a metade dos trabalhadores.

Os responsáveis pelo documento da McKinsey afirmam que os baixos salários no México, por exemplo, levarão a um impacto menos intenso da automatização no país latino-americano: do total de 68 milhões de pessoas que comporão a força de trabalho mexicana em 2030, cerca de 9 milhões serão afetados.

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OS ROBÔS ACABARÃO COM OS EMPREGOS?

Por Valentin Ferreira /Via Dom TotalA produtividade dos robôs tem crescido muito desde então.Uma ideia que se espalha como fogo nos últimos tempos é que dentro de poucos anos os robôs irão acabar com uma grande proporção de empregos.

“É certo que a automação e os robôs eliminarão muitas tarefas e postos de trabalhos. Mas só causarão quedas no número total de postos de trabalho se – e apenas se – não diminuir a jornada de trabalho, e também se forem mantidas as políticas econômicas atuais, orientadas para a produção artificial da escassez, pois dessa forma os salários são reduzidos e a taxa de lucro das grandes empresas e dos bancos, aumentada”, afirma Juan Torres López, economista espanhol, membro do Conselho Científico de Attac España y catedrático de Economia aplicada na Universidade de Sevilla.

Segundo ele, “o paradoxo está nas políticas atuais (que diminuem o poder de compra de cada vez mais grupos sociais) que são um dos principais freios da automação e da robótica generalizadas. A possibilidade técnica de usar muitos robôs não é uma temática economicamente decisiva, mas que haja pessoas com renda suficiente para adquirir o que for produzido. O futuro não está ameaçado por robôs, mas por 24,2% de jovens espanhóis de 20

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