10 CANAIS NO YOUTUBE QUE AJUDAM A ORGANIZAR SUAS FINANÇAS

Cenário de juros baixos, desemprego elevado e incerteza econômica com a pandemia leva brasileiro a buscar educação financeira

Por Julia Moura /Folha

Sem educação financeira, o brasileiro teve que se virar para aprender a se livrar das dívidas e investir. Tarefas especialmente difíceis nos últimos tempos de pandemia, com incerteza econômica, desemprego em níveis historicamente altos e queda da Selic para 2,25% ao ano, fazendo a poupança, investimento mais popular do país, apresentar taxa de juros real (descontada da inflação) negativa.

Na Bolsa, os CPFs mais que triplicaram desde 2018, para 2,6 milhões em junho, enquanto um terço das famílias brasileiras tem um endividado em casa, de acordo com dados da FGV.

Para juntar dinheiro e fazê-lo render, o brasileiro busca conteúdos gratuitos para aprender na prática, da mesma forma que recorre ao YouTube para tutorial de maquiagem ou receita de bolo.

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11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SALÁRIO MÍNIMO

Imagem: Brian Snyder/Reuters

Por Douglas Gavras/UOL/Estadão

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

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O ABISMO SOCIAL CONTINUA AUMENTANDO

Postado por Blog do ValentiN

Por Valentin  Ferreira

Reportagem de Fernando Ganzian na Folha  mostra dados do IBGE de 2018 que alargam ainda mais o abismo de rendas no Brasil.

Os dados mostram que “a desigualdade aumentou porque o rendimento real do trabalho da metade mais pobre caiu ou subiu bem menos do que o dos mais ricos, sobretudo nos últimos anos.”

“Segundo especialistas, a desigualdade de renda no Brasil é alta e persistente por conta de fatores históricos e estruturais, como a herança escravocrata, o patrimonialismo que se apodera de recursos estatais e empregos públicos, políticas sociais voltadas a grupos que menos precisam e uma estrutura tributária regressiva, que cobra proporcionalmente mais impostos de quem ganha menos.(grifo nosso)

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CONCURSOS PÚBLICOS OFERECEM 19.477 VAGAS COM SALÁRIOS DE ATÉ R$ 28,9 mil

Postado por Blog do Valentin

Concursos públicos oferecem pelo menos 19.477 vagas em várias regiões do país. Esse número se refere a concursos selecionados (nacionais, com mais vagas e salários melhores). Se forem considerados todos os concursos, há mais de 37 mil vagas. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 28,9 mil, dependendo da função desejada.

Clique AQUI para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana e com inscrições abertas nos próximos dias, com todas as opções.

Fonte: UOL

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MULHERES SOBRECARREGADAS E HOMENS DESEMPREGADOS. A NOVA REALIDADE DE MUITAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

Postado por Blog do Valentin

De pé no meio da cozinha, Alessandra aperta os olhos para enxergar as letras pequenas. Ela segura o papel com as duas mãos e treme um pouco.

“Insônia, cefaleia, ideias suicidas…Nossa, você toma algo para ansiedade e pode ter ideias suicidas!”, ri, meio sem jeito.

Caixas com tarjas vermelhas e pretas estão enfileiradas sobre o micro-ondas. É dentro de uma delas que Alessandra guarda a bula.

“Mas você sabe, esse é o melhor ansiolítico que existe!”

Apesar dos efeitos colaterais, são os remédios que ajudam Alessandra, 45, a dormir, acordar e respirar durante crises de asma, bronquite e síndrome do pânico. Essas doenças apareceram há alguns anos, quando sua vida começou a mudar.

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ACORDOS SALARIAIS REDUZEM GANHOS EM 20% EM 2018

Postado por Valentin Ferreira

Da Folha SP

Os acordos de redução salarial fechados entre sindicatos e empresas resultaram em uma queda média de 20,4% no valor do salário dos trabalhadores neste ano, ante 18,5% no ano passado, segundo o Salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Os dados do boletim mostram que, em 2017, foram fechados 149 acordos para reduzir o salário e a jornada de profissionais. Neste ano, até novembro, o total é de 55.

De acordo com o professor Hélio Zylberstajn, a queda no número de acordos para reduzir salário e jornada mostra que a crise no emprego está longe de acabar.

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