DISSE MORO: “SE EU FOSSE PARA A POLÍTICA, MEU TRABALHO PERDERIA CREDIBILIDADE”. E FOI.

Imagem: Blog do Esmael

Três juristas – Lenio Streck, ex-promotor e professor universitário; Marco Aurélio de Carvalho, fundador da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) e coordenador do Grupo Prerrogativas e Fabiano Silva dos Santos, mestre em Direito pela PUC-SP – escreveram este artigo publicado na Folha:

Saibam todos quantos lerem: Lula é inocente!

Por incompetência e parcialidade do juiz, nada restou dos processos ficcionaisAntigamente, as escrituras públicas anunciavam: “saibam todos quantos esta virem que no ano da graça de nosso senhor”… Pois, do modo como parte da grande mídia trata das anulações e arquivamentos das ações que existiam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parece se exigir uma espécie de escritura pública para tratar do tema —para que se tenha fé pública contra incautos, mentirosos, maledicentes e pessoas que distorcem fatos.

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NA ESSÊNCIA, IGUAIS

Imagem; Reprodução

Por Fernando Brito / A segunda via fajuta do bolsonarismo

Coube ao colunista Bernardo de Mello Franco, em O Globo, produzir a melhor definição do que se começa a assistir: o lançamento da candidatura de Sergio Moro é a “segunda via” do bolsonarismo que se perdeu na atuação desastrosa do atual presidente, que o ex-juiz de Curitiba ajudou a eleger e a quem foi pressurosamente servir.

Sim, Moro é isso, um candidato que só aparece como algo relevante porque Jair Bolsonaro vem, como dizia a minha avó, se desmiliguindo ao ponto de a Folha registrar, hoje, que ele “enfrenta debandada de aliados em estados onde é rejeitado“.

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A VERDADE

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal, que considerou o ex-juiz Sergio Moro parcial e suspeito, em entrevista ao youtuber Aquias Santarém. “Eu estou aqui inteiro e o Moro está lá em Washington de cabeça baixa”, disse ele. De fato, Lula hoje lidera as pesquisas para a sucessão presidencial, enquanto Moro vive como milionário nos Estados Unidos, contratado por uma empresa que se beneficiou da quebra das construtoras nacionais. De acordo com o Dieese, as ações ilegais de Moro destruíram 4,4 milhões de empregos no Brasil, abrindo caminho para a ascensão do fascismo de Jair Bolsonaro, de quem Moro foi ministro. (Brasil 247)

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A CONSPIRAÇÃO CONTRA A LISURA DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NÃO FOI DE UMA FIGURA SÓ

Por Janio de Freitas

Nem concluída ainda a votação, o Supremo Tribunal Federal já confirma a parcialidade de Sergio Moro contra o ex-presidente Lula da Silva, e nisso traz dois sentidos subjacentes. Se por um lado recompõe alguma parte da questionada respeitabilidade judiciária, por outro acentua a omissão protetora aos parceiros na deformação, pelo então juiz e a Lava Jato, do processo de eleição para a Presidência.

Muitas vezes identificado com Moro, o ministro Edson Fachin foi, no entanto, o proponente da aprovada anulação das sentenças contra Lula, invocando, entre outras, uma razão obscurecida no noticiário: constatou que o inquérito não encontrou prova alguma que ligasse o caso do apartamento em Guarujá a qualquer ato de corrupção na Petrobras, mas os procuradores fizeram tal acusação a Lula e Moro o condenou por isso. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, do Sul, manteve e até aumentou a condenação, seguindo o conturbado relatório do juiz João Gebran.

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DENÚNCIA DO LE MONDE: MORO TRABALHOU PARA INTERESSSES DOS EUA NA LAVA JATO

Do BRASIL 247

reportagem do jornal francês Le Monde, que revela que o ex-juiz Sergio Moro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por parcialidade, trabalhou para os Estados Unidos, ao conduzir a Operação Lava Jato, que destruiu 4,4 milhões de empregos no Brasil, segundo o Dieese, ao quebrar construtoras e a indústria naval, chegou ao portal Uol, que procurou Moro para comentá-la. Questionado, Moro preferiu não comentar a acusação de que cometeu também o crime de traição nacional, ao defender interesses de um outro país.

“O jornal francês Le Monde publicou hoje uma longa reportagem, em que afirma que houve influência do governo dos Estados Unidos na criação da Operação Lava Jato, com conexão com ex-juiz Sergio Moro, um dos responsáveis por julgar os processos”, aponta a reportagem do Uol. “A reportagem do Le Monde não indica se ouviu Moro nem se pediu seu posicionamento a respeito das afirmações feitas a respeito dele. O UOL procurou a assessoria do ex-juiz, mas ele ainda não se manifestou sobre a reportagem do veículo francês”, aponta ainda o texto.

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