A MORTE ALEM DA COR

Imagens: Google

OUSAR RESPIRAR

Por Saul Lebron/Carta Maior

As ruas estão dizendo ‘eu não consigo respirar’ sob o joelho asfixiante da desordem neoliberal.

Desde 2008, quando o sistema entrou em colapso e dobrou a aposta no veneno para subsistir, o joelho tornou-se ainda mais esmagador.

A engrenagem estéril que reproduz dinheiro na ciranda financeira, sem gerar empregos, bem-estar, nem riqueza social, ajustou os parafusos do maquinismo de extração do suor dos trabalhadores dando voltas seguidas na rosca do garrote.

Menos direitos, mais precariedade, zero de estabilidade no presente, nenhuma garantia de futuro.

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NÚMEROS QUE SANGRAM

Por Valentin Ferreira

Embora seja um país “abençoada por Deus, e bonito (rico) por natureza” o Brasil sente dores profundas com suas graves e crônicas doenças sociais.

Apesar de ser  uma das economias mais poderosas do mundo carrega em seu seio indicadores de pobreza que deveriam envergonhar sua elite econômica e política.

A febre da busca e acúmulo de riqueza sem medidas pela grande maioria da  classe média burra e insensível, alimenta uma espiral cujo sentido está mais próxima de jogá-la ao chão do que empurrá-la degraus acima. Cega e contaminada pelo ódio incurável, não lhe custa remorso algum em pisar sobre os mais fracos se estes lhes servem para galgar um posto a mais.

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